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sábado, 20 de outubro de 2012

De boato em boato vai se formando o secretariado de Bruno




Embora muitos digam que somente depois das eleições para se saber  quem será convidado para formar o primeiro escalão da prefeitura de Juiz de Fora caso Bruno Siqueira seja eleito no próximo dia 28, alguns boatos e situações vão já dando a forma  à equipe administrativa da próxima gestão.

Concordo que boatos podem não passar de boatos, fofocas, informações implantadas, mas diante de algumas evidências pode se confirmar sem mesmo uma prova mais concreta. Porém em termos eleitorais, boatos podem mudar sim votos de pessoas, e ainda  transformá-las em oposição por uma simples escolha de uma pessoa para assumir determinada “pasta”. E lá na frente isso pode gerar uma oposição ainda mais forte  diante de alguma atitude tomada, ou “desatitude”.


Não, não estou me referindo a mesma pessoa do último post, no qual também desafiei Bruno Siqueira a  se manifestar a respeito, também não me refiro ao boato do possível futuro secretário da saúde. Mas da possibilidade da secretaria de Cultura ter à sua frente José Alberto Pinho Neves, atual  pró-reitor de cultura da UFJF, escritor e ex-superintendente da Funalfa na Administração Tarcisio (pelo menos em alguns atos da prefeitura, datados de 2002, o nome do mesmo constava no respectivo cargo).


Sua gestão enquanto pro-reitor de Cultura da UFJF foi de certa forma impecável, com  grandes iniciativas tanto para a Universidade, quanto para a cidade. Porém enquanto superintendente da Funalfa  nãos e pode dizer o mesmo. Aliás, cargo este que ele ficou digamos que apagado, e  conseguiu criar alguns descontentes (para não exagerar e falar desafetos), o que fez com que fosse considerado por muitos como tirano, elitista, truculento.





Bem isso não é difícil de perceber numa pequena busca sobre o mesmo na Internet. Suas atividades sempre estão ligadas a uma cultura muito mais erudita, mais elitizada, mais intelectualizada, diferente disso só enquanto superintendente da Funalfa, mas mesmo assim de forma modesta. A cultura popular, além das paredes de  exposição  de artes, teatros e de páginas de livros,  ocupa uma lacuna no currículo dele. Aliás, em termos de artistas locais, seu nome sempre vem vinculado a uma figura em especial da cidade. Que pode fazer muitos rirem, mas outros afirmam que só atua em causa própria e com interesse de cargos.

Inclusive Zé Alberto, como  é conhecido popularmente na cidade, defendeu essa pessoa recentemente no próprio site da UFJF por ocasião da pichação do Cine teatro Central, a qual está ligada á campanha de Bruno via voluntários. Mas que eu sou suspeita a falar, por criticá-lo quando teve uma polêmica sobre as 365 coisas para fazer na cidade, e que o mesmo redigiu um texto que eu apontei partes homofóbicas, de apologia às drogas, e que ofendia pessoas e lugares. A vaidade do mesmo não o permitiu receber a critica de forma positiva, e preferiu me bloquear. Algo que também relatei aqui no blog na época.

Tirando possíveis trocas “de favores”. Ze Alberto, também tem muita influência, nome ligado a figura de Itamar Franco. “personalidade política” de referência de Bruno Siqueira. Seria uma troca de favor diferente, no sentido de admiração? Uma amizade por ai? Independente do que seja a vontade do POVO?  O qual Bruno tem se esquecido e elitizado cada vez mais suas escolhas e campanha?

Diante dessas peças, digo fatos e situações,  podemos dizer o seguinte:

1)      As secretarias serão muito mais uma troca de apoio do que uma proposta mesmo de mudança. Isso se os nomes se confirmarem;

2)      Se Bruno não se manifestar a respeito, pode perder bons votos;

3)      Não se manifestar é dar maior importância às  estratégias partidárias e de apoio do que á população;

4)      Se confirmados os boatos, é preciso saber de onde saem, as reuniões de alianças, não são abertas a todos, tão pouco feitas em restaurantes, no máximo com a equipe do candidato e as partes interessadas. Por estratégia os envolvidos preferem deixar nomes em segredo. Logo se o boato corre, sai de algum lugar se forem confirmados. Então quem seria o “fofoqueiro”? Lógica? De nomes conhecidos tudo bem, mas e esses menos evidentes, óbvios?


Para resumir: pessoas ligadas à saúde não gostam se Zé Alberto, não o querem na pasta, querem a permanência de Toninho, que foi convidado para assumir a secretaria na gestão do vice de Bejani (José Eduardo), que atualmente  apóia Bruno Siqueira! Pela voz do povo, aqueles que eu conversei e posto em nome deles, que por receio de represálias não se manifestam a respeito, o TONINHO FICA, Independente de Bruno ou Margarida ganhar!

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P.s. 1: A equipe de Bruno está mais preocupada em mostrar a grande mobilização do que desmentir boatos, afirmá-los, acho perigoso cantar a vitória antes do tempo. Mas se querem, pois já é quase garantido mandam ver. Só não fiquem cegos para os boatos, inclusive de compra e venda de votos. Soltaram um vídeo no primeiro turno com Pestana falando sobre compra de votos, que foi manipulado de forma a beneficiar os adversários de Pestana. E este agora apóia Bruno. Não se pode esquecer-se da ocorrência de negociação de voto via celular que o PT fez inclusive ocorrência junto ao TRE, no dia da votação, que pode  ter sido perfeitamente uma armação, e mentes perversas podem reproduzir o ato, culpando o PMDB, ou acusando o mesmo de compra de votos. Isso para não falar do outro boato envolvendo ai  fotos de camisetas, agressão etc. pela equipe de Bruno, que só veio a tona nas redes sociais hoje.

P.s. 2: Não sou a voz absoluta do povo, deixo claro que são pessoas que conversei, envolvidas com cultura na cidade, nas diversas modalidades culturais,e que de certa forma representam algum grupo.

P.s 3:  Algumas pessoas ligadas á campanha de Bruno, próximas, a ele, ou simples eleitores já sugerem repetição de alguns nomes.

P.s 4: Ao pesquisar sobre Zé Alberto, puxei a lista de filiados de alguns partidos, e dentre os filiados do PMDB, eu encontro  André Luiz Zuchi da Conceição. Então Secretário de Planejamento da atual administração. Só que nas eleições passadas o PMDB apoiou Margarida, e somente Bruno Siqueira apoiou custódio por ter sido relator da CPI Bejani. O PSDB iria mesmo chamar um secretário de planejamento do PMDB assim do nada? Gratuitamente? Bem o site do TSE é atualizado toda vez que os partidos fazem a  filiação anualmente. E ele consta lá. Seria um homônimo? OU algo que desconhecemos, ou que apenas passou batido? E se ele ainda for filiado ao PMDB, fez campanha escancarada para o Custódio, sem problema algum, e o PMDB aceitou isso de bom grado? Meio bagunçado isso né?




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