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sexta-feira, 10 de maio de 2013

Antes criticada que alma corrompida




Essa semana fui duramente criticada por uma to que pratiquei: uma  denuncia contra um funcionário público.

            Fui questionada por vários amigos dessa pessoa se eu acho certo denunciá-lo, fazendo-o correr o risco de perder o emprego que conseguiu com tanto esforço, e sustenta a família. Ainda me questionário se gostariam que fizessem o mesmo comigo.
            A única coisa que respondi foi que fiz e    faria e faço quantas fezes for preciso fazer nas condições que foi feita, e já explico, mais adiante como se deu o fato.

            O que mais me indignou é que me lembrei daquela ocorrência durante o natal em que uma criança  faleceu porque o neurocirurgião de plantão não estava no local  e o acusavam estar nas comemorações natalinas.  Ainda as várias ocorrências policiais de pessoas vítimas de   foragidos da polícia, e a sociedade toda revoltada com o caso.

            Também me recordei das pessoas reclamando da morosidade do atendimento dos serviços públicos enquanto os funcionários falam ao celular, lixam as unhas,  tomam cafezinho, etc.

            Desculpem, não sei ser ética apenas com desconhecidos, e com amigos, conhecidos e companheiros de jogos, fechar os olhos. Porém a “bomba só estourou mesmo” quando problemas interpessoais começaram a aparecer, as provas chegaram às fontes.
            O relato que faço aqui, ao qual fui duramente criticada, foi que denunciei um AGENTE PENITENCIÁRIO que durante o horário de trabalho , e não apenas de descanso, fica jogando RPG (Legend On Line). Quem conhece o jogo sabe que não é um jogo rápido, demanda tempo, e presença em muitos momentos. E mesmo o funcionário atuando em uma unidade de regime semi aberto,  é preciso  dedicar  ao trabalho. E ainda sabe-se á se faz uso do  equipamento do Estado ou não.  

           O uso de equipamentos eletrônicos, como computadores para uso pessoal por funcionários em empresas, e até departamentos públicos não é proibido, mas o uso deve ser moderado. O que não é comprovado no caso do funcionário que autoridades podem  buscar junto ao site as devidas informações.

             Fui massacrada com isto que eu não deveria ter feito essa denúncia... Ainda tive que ouvir pessoas dizendo que usou de seu conhecimento e ligou para autoridades locais de Rolim de Moura em Rondônia para  livrar a barra do funcionário.  E nós ainda pagamos o salário dessa pessoa para brincar durante o serviço, e não podemos reclamar.

            Daí me pergunto me sobra ética ou minha ética , princípios estão equivocados?



p.s; imprensa que quiser maiores detalhes entrar em contato  por comentários, assim como autoridades.

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