Essa semana
fui duramente criticada por uma to que pratiquei: uma denuncia contra um funcionário público.
Fui
questionada por vários amigos dessa pessoa se eu acho certo denunciá-lo,
fazendo-o correr o risco de perder o emprego que conseguiu com tanto esforço, e
sustenta a família. Ainda me questionário se gostariam que fizessem o mesmo
comigo.
A
única coisa que respondi foi que fiz e
faria e faço quantas fezes for preciso fazer nas condições que foi feita,
e já explico, mais adiante como se deu o fato.
O
que mais me indignou é que me lembrei daquela ocorrência durante o natal em que
uma criança faleceu porque o neurocirurgião
de plantão não estava no local e o
acusavam estar nas comemorações natalinas.
Ainda as várias ocorrências policiais de pessoas vítimas de foragidos da polícia, e a sociedade toda revoltada
com o caso.
Também
me recordei das pessoas reclamando da morosidade do atendimento dos serviços
públicos enquanto os funcionários falam ao celular, lixam as unhas, tomam cafezinho, etc.
Desculpem,
não sei ser ética apenas com desconhecidos, e com amigos, conhecidos e
companheiros de jogos, fechar os olhos. Porém a “bomba só estourou mesmo” quando
problemas interpessoais começaram a aparecer, as provas chegaram às fontes.
O
relato que faço aqui, ao qual fui duramente criticada, foi que denunciei um
AGENTE PENITENCIÁRIO que durante o horário de trabalho , e não apenas de
descanso, fica jogando RPG (Legend On Line). Quem conhece o jogo sabe que não é
um jogo rápido, demanda tempo, e presença em muitos momentos. E mesmo o
funcionário atuando em uma unidade de regime semi aberto, é preciso
dedicar ao trabalho. E ainda sabe-se á se faz uso do equipamento do Estado ou não.
O
uso de equipamentos eletrônicos, como computadores para uso pessoal por funcionários
em empresas, e até departamentos públicos não é proibido, mas o uso deve ser
moderado. O que não é comprovado no caso do funcionário que autoridades
podem buscar junto ao site as devidas
informações.
Fui massacrada com isto que eu não deveria ter
feito essa denúncia... Ainda tive que ouvir pessoas dizendo que usou de seu
conhecimento e ligou para autoridades locais de Rolim de Moura em Rondônia para livrar a barra do funcionário. E nós ainda pagamos o salário dessa pessoa para brincar durante o serviço, e não podemos reclamar.
Daí
me pergunto me sobra ética ou minha ética , princípios estão equivocados?
p.s;
imprensa que quiser maiores detalhes entrar em contato por comentários, assim como autoridades.
Nenhum comentário:
Postar um comentário