Páginas

Pesquisar este blog

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

O fim da timidez leva à liberdade e sucesso


Se conhecer não é massagear o próprio ego, não é desejar ser o que outras pessoas são, tão pouco desejar que outras pessoas sejam o que você quer que ela seja. As pessoas não fazem mais apenas o que querem, tudo o que for feito deve e é pensado do prisma como outras pessoas perceberão tal ato.

Uma pessoa não canta mais em voz alta devido a critica que pode receber de estar cantando mal, uma jovem não faz crochê porque vai ser chamada de velha, poucos lêem, pois uma grande maioria acha que existem coisas mais atrativas que leitura. E assim a história se repete do meio influenciando as laterais, que nada mais é do que o Eu, o interior.

Essa atitude do “mundo” gera a timidez, ou seja, o receio na pessoa de que tenha um ato ou uma postura sua criticada. Para os ousados investidores - financeiros ou na vida – essa é uma bela oportunidade de ação, de negócio. Quando uma pessoa hesita por timidez, gerada pelo receio de cobranças e comentários, abre espaço PARA OS QUE OUSAM.

A timidez dessa forma, acaba por diminuir as novas experiências, oportunidades de quem tem. E a solução para isso é básica: se conhecer, claro livre de pré-conceitos ou receios dos comentários e achismos do senso comum. Quando conseguimos atingir esse patamar ( de não nos preocuparmos com o que o outro vaia achar) atingimos a liberdade, a liberdade mental, isso nos leva ao fim da timidez, logo mais sucesso na vida!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Um tempo

Um tempo

Algum tempo sem escrever, tempo de reflexão, reafirmações e abdicações. Não um recomeço, com falsas promessas de final e início de ano. Tempo de definir metas, avaliar as antigas, redirecionar caminhos e abrir outros tantos.

Apenas recomeçamos um trabalho manual, um bordado, um tricô. A vida não se recomeça, nem os caminhos dela, mesmo que voltemos ao ponto inicial de algum caminho, ao voltarmos não voltamos a escala zero, sempre temos uma vivência do que já passamos, o caminho pode parecer o mesmo, mas a nossa maturidade, experiência não é mais a mesma.

É como fazer uma viagem entre duas cidades duas vezes numa semana, no segundo dia, você saberá se existe buracos ou não. Apenas o caminho está no quilômetro zero, mas sua experiência, o carro não estão mais no marco zero.

Assim estou eu: de novo aos trilhos da vida, não recomeçando nada, mas iniciando novos projetos, reafirmando metas antigas que realmente valem a pena, abdicando de outras que não estão propícias no momento.

Posso resumir que pude fazer o balanço da vida, estabelecer uma auditoria constante, e assim administrando-a como realmente deve ser: com conhecimentos antigos, adquirindo novos e principalmente executando-os, ou seja, Vivendo.