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quinta-feira, 21 de julho de 2011

O que a maioria das pessoas fazem no Facebook? Não falam nada, só add pessoas e pra dizer que são educados dão parabéns no aniversário de amigos ou pseudoamigos.





PRA MIM político que fica em rede social so apresentando projetos de própria autoria, postando fotos de reunião e QUE NÃO INTERAGEM COM a população só faz politicagem por aqui, auto promoção...SIMPLESMENTE RIDICULO E PERDEM MEU VOTO E FAREI CAMPANHA PARA PERDEREM MAIS.

terça-feira, 19 de julho de 2011

O fim dos tempos

O fim dos tempos está chegando!

Fim de ficarmos passivos às situações fingindo que nada acontece, que vivemos numa sociedade linda e verdadeira.

É chegado o fim do tempo em que conchavos, mentiras, ocultar informações de interesse coletivo seja uma prática comum.

É o fim do tempo de mantermos nossos braços cruzados, esperando qual a próxima crucificação, imposto, ou ônus que teremos que aceitar.

O tempo do quartel está no fim, o “sim senhor” poderá passar a ser “é assim que queremos senhor”

Mas podemos chegar a fins mais trágicos, nos quais amarrarão em nossas mãos cabeças e pernas cordas e nos tornaremos marionetes, outros fantoches para animar as ruas da cidade, enquanto o engravatado lá da janela falará, está vendo? Que cidade feliz e culta?

Podemos chegar ao fim secos, tendo nossos bens, mente e sangue sugados de forma feroz de projetos de leis superficiais, que só tenta buscar aquilo que podemos lhes oferecer: um “X” eletrônico.

Já estamos no tempo em que um militante socialista acha absurdo reclamar de um salário de mil e duzentos reais após dez anos de estudo, isso sem avaliar os riscos profissionais ou qualquer outra esfera que a pequenez cerebral permite imaginar.

Chegamos ao limite de ter de pedir cobertores para hospitais públicos em feiras livres! Ou de ter em rodas de conversas somente o que ocorre na agenda cultural é a temática “deejaydiana”. E uma aluno secundarista não saber quem é Rubem Fonseca.

Estamos na fase de que comprar livro de desconhecidos é besteira, saber um pouco mais sobre o outro é fofoca, o que vale mesmo está apenas nos manuais. Somente Freud tinha e tem razão, os demais? Usam-se apenas por conveniência.

O fim dos tempos está chegando, do tempo de ficarmos de braços cruzados em frente ao guarda roupa escolhendo a roupa para a próxima balada, ou enfrente a TV buscando as mais novas fofocas de celebridade.

É fim do tempo da alienação total, fim do tempo de achar que a vida é feita apenas de escolhas de festas, de trabalho para bancá-las, de achar que podemos decidir o destino do mais fraco,

É tempo de lembrarmos que podemos mudar nosso próprio destino, e se cada um mudar o seu de forma não fútil, certamente mudaremos o destino coletivo. Ai então, surgirá uma sociedade mais justa, mais coerente, ou no mínimo mais consciente e sincera.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

O ciclo da vida

Durante nossa existência passamos por ciclos, muitas vezes nem os percebemos, mas que nos fazem crescer enquanto seres humanos, ou pelo menos nos ensinam a viver errando menos.

Semana passada durante uma internação por conta de uma nefrite (problema físico) eu me peguei pensando exatamente nisso: na transitoriedade do tempo e na transitoriedade dos vínculos.

E por mais que tentemos manter uma continuidade da mesmice, esbarramos no ciclo da vida, e só aí percebemos como evoluímos enquanto pessoas.

Há seis anos quando me encontrava no meu local de trabalhão e me questionava o que eu estava fazendo ali, eu sinceramente não tinha a mínima noção, a única certeza que tinha era que eu não estava fazendo o que eu queria.

Dias depois no mesmo local, só que enquanto paciente, após uma tentativa de suicídio, eu pensava novamente porque eu estava ali, mas o ali não era mais o hospital, mas a própria vida. Colegas de trabalho se revezavam ao meu lado com um olhar, que naquele momento me parecia de pena.

Após vinte quatro horas, sem maiores complicações físicas, recebi a alta médica, apenas com orientações para a fratura que tinha. Da minha mente ninguém cuidou, aliás, cuidou, mas de uma forma diferente, um neuro que foi me avaliar, enquanto evangélico, sentou-se, segurou minha mão e me disse: Não temos o direito de brincar de Deus, somente de ajudá-lo na arte da vida.

Essas palavras no momento era como alguém tentando salvar uma vida, me dando uma vírgula, na minha concepção de forma errada, já que naquele momento Deus era uma incógnita, ou melhor uma dúvida.

O tempo passou, amigos deixaram de fazer contato, colegas, passavam por mim e fingiam apenas que não me reconheciam. O sentimento de exclusão me rebatia como se fosse uma bola de tênis em treinamento com o atleta.

Em uma recente internação inicialmente citada recebi visitas de muitas pessoas, estava novamente no mesmo lugar. E dessa vez eu sabia o que estava fazendo ali: tratando do corpo. O brilho no olhar dos visitantes, os problemas técnicos de estrutura física e organizacional, falhas profissionais, me davam a certeza de que no passado o olhar não era de pena, mas de frustração pessoal de cada um deles, do não saber fazer, do não saber lidar com a situação, afinal mente é muito abstrata. O não encaminhamento a um psiquiatra era a prova mais concreta de que o sistema está despreparado para enfrentar o abstrato, o lado oculto da vida.

Nessa internação retorna a questão dos vínculos, a transitoriedade dos vínculos, não importa o que você é, importa o que você representa ao outro, e é isto que faz com que os vínculos permaneçam ou se desfaçam.

Eu confesso que me surpreendi, pessoas as quais não imaginava ter um vinculo capaz de chegarem e oferecerem o que um paciente, qualquer que seja ele mais necessita: um abraço, é ali que se dá a beleza do afeto, e a certeza de que você existe, e te querem bem, mesmo no seu momento de inutilidade. Aqueles que não foram, não importa, talvez ainda não saibam lidar com a temporalidade do tempo, ou enxergar alguém mesmo no seu momento de inutilidade.

É isso que o neuro chamou de ajudar Deus na arte da vida. Entender os vínculos, entender a temporalidade do tempo, e o que essas temporalidades nos ensinam: a reconhecer os caminhos, as direções, a viver.

Hoje eu sei o que há seis anos olhando pela janela eu estava fazendo ali: aprendendo, eu não poderia chegar nas certezas de hoje, sem as incertezas do ontem.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Às vezes em frente à luta, considerando o inimigo, todas as nossas potencialidades ( a minha e a dele), penso na temporalidade da necessidade da existência.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Já pensaram que os vínculos são transitórios? E é justamente nos nossos momentos de inutilidade que percebemos a quem somos importantes, a quem nos quer bem, e manter o vínculo por um momento mais prolongado?

Aumento das passagens de ônibus municipais em Juiz de Fora.



Agora não adianta chiar, fazer twitaço, deitar nas avenidas, fechar trânsito, gritar e apitar em frente ao prédio da câmara municipal , apedrejar ônibus, quiçá fazer comunidades “não ao aumento de passagens” em qualquer rede social.


No entanto, será que é tarde e a Inês é morta? Só nos resta retirar o escorpião do bolso de desembolsar cada ver que for usar o coletivo o valor de quinze centavos a mais do que já se gastava?


Acredito que não, tal como as empresas tem responsabilidades com a manutenção dos transportes, cumprimento de horários, conduzir da melhor forma os passageiros. Como empresas prestadoras de serviços não público possuem responsabilidades sociais.


Responsabilidade social? Claro, ou pensam que uma empresa só precisa ter responsabilidade ao serviço que prestam? Absolutamente. É moda! Responsabilidade social. Observamos ai várias fundações, ONGs, e demais projetos sociais sendo financiados por iniciativa privada, empresas que não se preocupam apenas com o serviço que prestam, mas com a sociedade.


Então, já que a passagem vai aumentar e não há outro jeito de reverter isso, aproveitamos para implementar, ou melhor, justificar coerentemente o aumento, sem as velhas desculpas de aumento de combustível, manutenção, ruas ruins, aumento da frota, aumento de salários, etc.
Por que não utilizarmos os trajetos, os instrumentos que o transporte oferece para oferecer algo em troca à sociedade além do simples locomover. Vamos por itens.


 Sabidamente os ônibus não são limpos frequentemente, podem ser varridos, mas marcas de suor e poeira são vistos a olhos nus em janelas diariamente logo nas primeiras viagens. Ah ! e se lavarem, por favor secar, ninguém merece receber pingos de água nos ombros.


 Insetos também são freqüentes, principalmente baratas. Dedetização não faz mal a ninguém;


 Acentos quebrados sem estofados, com sujeiras nos cantinhos. Não quebrará perna e nem
mão dos motoristas e cobradores retirar ao chegarem ao ponto final. ( volto neste item);


 DESINFECÇÃO de seguradores dos bancos e os suspensos (lugares onde as pessoas se seguram quando estão em pé). Normalmente encontramos o local melado, e várias pesquisas já provaram o alto índice bacteriano e de germes nos locais... lembramos que estamos em épocas de doenças em que desinfecção de locais e mãos são fundamentais (p. ex gripe A).. Então porque não a disponibilização de álcool gel para desinfecção das mãos em locais estratégicos como roleta, entrada do ônibus, saída.


 Utilizar espaços como da TV para conscientização da população e não propaganda de patrocinadores ou sobre o que pessoas fizeram na balada. Só interessa saber o que fez com o símbolo do “Zine Cultural” quem foi, quem pousou. O trabalhador rural prefere orientações mais coerentes, de acesso a saúde, preservação da saúde , documentos, casa própria, farmácia popular, atividades culturais gratuitas na cidade.


 Fazer convênios com universidades e oferecer a estudantes passes livres em troca de palestras de interesse público executadas conforme o interesse dos passageiros (claro que se realizaria uma pesquisa para se saber), ou sobre como bem utilizar o transporte, sobre meio ambiente, segregação e reciclagem do lixo, etc;


 Retorno da literatura de cordel, financiado pelas empresas e distribuídas para passageiros, valorizando a cultura local e apresentando os escritores locais, quem sabe artistas.


 Evitar politiquismos, propaganda de prefeitura, até porque as empresas são privadas, abrir, o espaço de propaganda oferecido a prefeitura é um absurdo, já que ela não é dona das frotas embora não bra licitação sempre.


Dessa forma, aceitamos o aumento, desde que este seja coerente e se reverta realmente a nós passageiros e cidadãos de Juiz de Fora.


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CABE AQUI UMA CORREÇÃO FEITA POR VINIVIUS MORAES A MIM POR E-MAIL..

Parabéns pelo texto "Aumento das passagens de ônibus municipais em Juiz de Fora". Como tuitei há pouco, você destaca aspectos importantes relacionados à qualidade do serviço (e o debate não deve mesmo ficar restrito ao valor da passagem!).
Contudo, você escreveu: "Como empresas prestadoras de serviços não público possuem responsabilidades sociais".

Nesse caso, as empresas privadas tornam-se, conforme a legislação, concessionárias de serviços públicos. Assim, legalmente, têm bem mais responsabilidade do que apenas o aspecto social. Por outro lado, a Prefeitura (entidade concedente) não se exime de suas responsabilidades, por não prestar diretamente o serviço. Ou seja, ambas respondem - como agentes públicos - pela qualidade do serviço, entre outros aspectos.

É semelhante, no que tange à concessão, ao que ocorre no campo da comunicação. Embora a Rede Globo - e todas as demais emissoras comerciais - seja uma empresa privada, ela atua a partir de uma concessão (no caso, do governo federal).

Aliás, na cidade do Rio de Janeiro, há bastante tempo, a Prefeitura atuava diretamente no setor de transporte coletivo urbano, por meio da CTC (Companhia de Transporte Coletivo). Em alguns aspectos, era uma estrutura semelhante, por exemplo, a Comlurb (Companhia de Limpeza Urbana), correspondente - em Juiz de Fora - ao Demlurb.

Abraços e um ótimo final de semana,
Vinnicius Moraes

terça-feira, 12 de julho de 2011

AGRADECIMENTO

Nem só de críticas e inquietações sobrevive esse blog.

Na postagem de hoje ( pelo menos a primeira) venho agradecer ao Vereador Noraldinho Júnior pelo seu pronto atendimento na solicitação feita por mim, para ajudar dois jovens que sofrem o problema do uso e abuso das drogas.

Então fica aqui meus agradecimentos! e coloco-me a disposição para ajudá-lo no que for preciso.

sábado, 9 de julho de 2011

INDICO LEITURA SOBRE O 5S DA SANTA CASA DE MISERICÓDIA DE JUIZ DE FORA

LEIA AQUI

domingo, 3 de julho de 2011

Itamar Franco filho ilustre de Juiz de Fora?

Lendo as notícias sobre o falecimento de Itamar Franco pude ler em alguns sites o referenciando como filho ilustre de Juiz de Fora, ou de Minas Gerais. Grande equívoco a meu ver, na verdade é filho adotivo, pois Itamar era Baiano e fazia questão de lembrar isso. Minas Gerais só caiu na história dele porque veio ser criado aqui, por questões que não vem ao caso.

Quem poderia ser digno em Juiz de Fora de filho ilustre de Juiz de Fora? No momento só me ocorre dois nomes: o choquito ( menino que solta pipa na Av. Independência) e Rubem Fonseca (quem é este? O Google está ai para ajudá-lo). Mas infelizmente este último teve de adotar outra cidade, pois na província de Juiz de Fora não há muito espaço para cultura. Mal se sabe o que é literatura de cordel...

Em Juiz de Fora não há espaço quase para a cultura, apenas para nepotismo, corrupção, hipocrisia.

Que Itamar consiga descansar em paz, enquanto vereadores, deputados e demais ficam com seus iphones, seus itecnologia, narrando em tempo real o velório do político que deixou história, do filho ilustre do Brasil