SEIS - DESMANUALIZANDO A SAÚDE MENTAL é um livro que reúne uma série de textos sobre saúde mental. São textos que falam de tratamento, sobre enfrentamento, o lidar, suicídio, ansiedade e tantos outros sinais e sintomas. Todos os temas são desvinculados de teorias científicas, e baseados em experiências minhas enquanto profissional, familiar e pessoas acometida por transtorno mental.
a venda em e-book (R$10,00) ou impresso simples (encadernado - R$25,00)
Um blog que traz analises e reflexões sobre política e políticos, existência e vida, Internet e mídias digitais, e todos os temas que possam vir nos causar inquietações.
segunda-feira, 30 de maio de 2011
SEIS - DESMANUZALIZANDO A SAÚDE MENTAL
já a venda comigo em e-book ou edição do autor....
Procurei fazer algo diferente, já que estou desmanualizando porque não fugir á regras, dogmas, pragmatismo, etc....
então quem se interessar pode entrar comigo pelo meu email e pelo facebook, só encontrar à direita deste blog.
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quarta-feira, 25 de maio de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
Do Facebook
Li esta frase no mural de um amigo e decidi compartilhar com vocês!
... ´O amor é paciente, o amor é benigno, não é invejoso o amor não se ufana, não se ensoberbece, não é inconveniente, não procura o seu interesse, não se irrita, não suspeita mal não se alegra com a injustiça, mas rejubila com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta´.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
A despedida
Quando o menino veio contar a João o que acabara de acontecer com Flor, ele não pode acreditar, saiu correndo e foi até a igreja. Lá pode ver a verdade à sua frente. Bem no altar jazia o corpo de sua amada em um caixão branco, com flores como ela.
Incrédulo correu gritando pelo corredor central da capela, ajoelhou-se em frente sem coragem para ver a moça pela última vez, chorou por longos minutos, até que o padre se aproximou, o ajudou a levantar-se. Mesmo assim ele recusara-se a olhar.
O padre então lhe falou: “ela se foi feliz, veja”. A moça parecia sorrir dentro do caixão. João se aproximou, colocou suas mãos em cima das dela, e perguntou quase num sussurro “por quê?”. As pessoas ali em volta se comoviam com a cena, sabiam do amor dos dois.
Então o padre lhe disse: “ Você esperou tanto tempo por certezas, esperou que alguém fizesse tudo por você, ela fez, deu a vida por você. Agora não chores pela sua partida, mas pelo amor que não pode –lhe oferecer, pois acredita que amor é testado, amor é simplesmente sentido, doado, dedicado, sem porquês, sem pra quê”.
Se permitir
Julio e Zaqueu eram amigo desde a infância, embora tenham se separado na adolescência para estudos, ao iniciarem a idade adulta voltaram a se encontrar. e faziam muitas coisas juntas, dentre elas viajar de moto.
Certa vez ao pararem no vilarejo para abastecer as máquinas, sentaram-se num bar e conversavam sobre a vida. Julio sempre admirou seu amigo, era centrado, sábio, e observador.
Após alguns minutos ali sentados o sino da igreja tocou, e de dentro saíram pessoas
comemorando mais um casamento. Julio fitou as pessoas por uns instantes e perguntou em voz alta quando seria merecedor de tal felicidade.
Zaqueu, deu mais um gole na bebida, esboçou um sorriso, levantou-se, segurou um dos ombros do amigo e disse: “quando você se permitir ser feliz, quando você deixar de perceber que a vida não é só você." Saiu do bar, e se juntou aquelas pessoas festejando mais um casamento...
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nem tudo que se vê é real
Em um pequeno vilarejo da Escócia vivia um sábio e seu discípulo, um jovem órfão que foi encontrado à beira da estrada. Todos os dias os dois saiam do alto da colina onde moravam e passeavam pelo local, e ficavam a contemplar a natureza.
Todos os seus movimentos eram observados por uma jovem que ajudava a família no mercado, e que todas as manhãs levava aos dois uma cesta contendo leite, pães e frutas.
O jovem discípulo não aceitava tal prática, dizia que não era necessário e sempre que tinha uma oportunidade falava isso a moça, que não era necessário. Falava ao mestre que ele se incomodava, pois ela os observava, e era certo que o interesse dela era somente se aproximar dele, ela era mais uma moça que só queria um bom casamento. O sábio nada dizia.
Depois de algum tempo o sábio veio a falecer, e o jovem continuou sozinho a rotina diária. Mesmo assim a moça continuava a levar a cesta. Certa manhã, o jovem saiu até a varanda e lhe diz que não precisava mais levar a cesta de alimentos, que ele poderia comprar, e o que plantava dava para ele. Ainda assim, a moça não parou de levar.
Certa manhã ao levar a cesta, ela viu, do alto da colina, a estrada e viu que havia uma carroça virada e uma pessoa caída na estrada, correu chamou seu pai, e foram socorrer a pessoa.
Percebeu que era o jovem rapaz, que agora já era dado como sábio. Levaram-no para a casa dele, e seu pai lhe deu ordens para cuidar até quando ele pudesse se virar sozinho.
Assim a moça fez, mesmo a contra gosto do rapaz, que a mandava ir embora sempre. Não aguentando mais a presença da moça, ele perguntou porque ela ainda insistia em permanecer ali, mesmo sendo mal tratada, que ele jamais iria olhar para ela ou querer algo com ela.
A moça respondeu que estava ali apenas porque aprendeu com o mestre dele ser assim, e não porque estava interessada nele. Que as frutas que trazia todas as manhãs não eram para ele, mas para receber os ensinamentos do mestre, que colocava no fundo da cesta as sábias palavras. E os acompanhava passear para enxergar a natureza pelos olhos do mestre.
O rapaz sem saber o que dizer, abaixou a cabeça e só perguntou por que então ela continuava a levar as frutas mesmo depois da morte do mestre? A moça com um sorriso, explicou que ela apenas estava dando continuidade ao que o mestre fazia, o papel que forrava a cesta havia mensagens deixadas por ela, para que ele continuasse a jornada, ao ponto de que fosse capaz de realmente enxergar através dos olhos do outro, ou simplesmente doar além do próprio medo.
Sem entender ele a olhou num tom de questionamento. Ela então disse que aprendeu que todo aquele que te incomoda, lhe causa sentimento ruim, é aquele que mais tem para ensinar-lhe algo, pois somente ele é capaz de fazê-lo atentar para os próprios problemas, fraquezas. Desses não devemos nos afastar, até entendermos onde precisamos evoluir.
A partir daquele dia, ele entendeu que não era sábio, e que não tinha mais ninguém para orientá-lo, e toda a sabedoria que lhe faltava seria através do auto-conhecimento.
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segunda-feira, 16 de maio de 2011
A vida é como uma vela
As velas foram criadas com um único intuito: iluminar. Em outras palavras a única função de uma vela é iluminar, todas as outras utilidades e funções que atribuem a ela, são secundárias: limpeza de aço, religioso, decoração, etc.
Trata-se de objetivos secundários porque não são inatos, foram atribuídos. Por outro lado o objetivo primordial – iluminar – só se cumpre a partir do momento em que se acende o pavio, se não acender, será mais um objeto levado a funções secundárias.
A vida é assim também, tem um objetivo principal, uma meta a ser alcançada. Nem todos têm a consciência, ou reconhecem qual é o seu objetivo, qual o sentido da sua existência. Uma minoria descobrem, é daí que vem o sucesso.
Não me refiro sucesso internacional, ou de mídia. Não! Refiro-me ao sucesso pessoal, àquele que a pessoa se sente plena e feliz. O que não quer dizer que chegou ao fim da linha, velas acabam, mas tem de ir até o final iluminando.
Não é fácil descobrir esse sentido primordial da vida, assim acabamos por nos dedicarmos a questões secundárias, uns podem se sentir infelizes, perdidos, frustrados, enquanto outros abarcam esse secundarismo como verdades, e conseguem fazer deles caminhos até a questão central: pra que existo?
Há outra questão que envolve, não vivemos isoladamente, uma vela ilumina sozinha, mas o ser humano não. Como nas velas o ser humano tem por hábito desejar e impor como o outro deva ser, ou como ele deve conquistar sua própria luz. Porém seres humanos não são velas, há algo ou alguma coisa que os orienta, que não são as mãos humanas.
Assim quando formamos o ser não podemos moldá-los como velas, mas orientá-los quanto à forma, quais caminhos pode trilhar, mostrá-los quais opções têm. E isso é um desafio grande para a família: não atribuir ou impor ao outro aquilo que eu acho que seria minha fonte de vida, meu brilho. Pois cada um de nós tem um brilho próprio, tem uma chama a ser acesa diferente.
E essa dinâmica de atingir o motivo, o objetivo da nossa existência a qual chamamos de missão, e devemos buscá-la antes que a nossa vela se apague.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Vida e poesia
Dizem que a vida é feita de poesia,
Poesias métricas, assimétricas
Mas sempre poesia.
Que encantam, cantam e fazem chorar
De alegria ou de dor
E até a dor é poesia
Quando então rima com amor.
Rimas que rimam, que entoam
Rimas que não rimam
Rimas e ri mais.
Se a vida é poesia, vida é rima
Por que não rimar a vida?
Qual a rima que melhor rima com a tua vida?
Rimas que rimam, que entoam
Rimas que não rimam
Rimas e ri mais.
Se a vida é poesia, vida é rima
Por que não rimar a vida?
Qual a rima que melhor rima com a tua vida?
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quinta-feira, 5 de maio de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Escolhas
Era dia de Festa num pequeno povoado, ainda de costumes rurais. Iria chegar de viagem a filha de um dos homens mais ricos daquela cidadezinha, e todos se preparavam para a festança. A família de Virgínia não queria se atrasar e todos gritavam pela moça que cismava em brincar correndo por entre as flores. Todos já estavam prontos, parados à porta, quando perceberam que Virginia ainda estava no banho. Com pressa seu pai preparou uma charrete e indicou a filha que fosse depois, mas que antes fechasse bem a porta de casa. Virginia nem ousou correr, continuou a cantarolar durante o banho. Após, colocou um lindo vestido azul, laços de fita na cabeça, arrumou uma cesta de flores e frutas e foi em direção à igreja. A estrada era de terra e cheia de buracos, mas nem isto retirava o bom humor da moça.
Em dado local da estrada ela Virgínia pode ouvir ao longe grito de socorro, era uma mulher, ela parou olhou a sua volta e a pé foi seguindo o som. Se deparou com um enorme buraco em um atalho paralelo à estrada, lá estava uma mulher pedindo socorro, a mesma parecia ter caído no buraco e estava machucada.
Sem pensar muito, a moça correu até a charrete abriu uma caixa de utensílios que seu pai mantinha no transporte, pegou uma pequena corda e retornou para salvar a moça, antes de jogar a corda, jogou um pano, água para que a moça pudesse se acalmar. Jogou a corda. E apesar de certa dificuldade conseguiu resgatar a mulher.
A recostou numa arvore, deu-lhe mais água, limpou seu rosto. Após perceber que a mulher estava mais calma, perguntou se queria que a levasse em algum lugar, como foi feito. Ajudou a mulher a subir na charrete, e a levou. No caminho continuava a cantarolar, sentindo o vento em seu rosto, ofereceu frutas a convidada e foi seguindo o caminho que se tinha de fazer.
A mulher intrigada, perguntou se ela não iria perguntar o que tinha acontecido. Virginia com um sorriso no rosto disse que não lhe importava o que tinha acontecido que a prioridade dela naquele momento era ajudá-la. Chegou a uma fazenda, deixou a mulher e partiu de volta para sua casa.
Ao chegar a casa, percebeu sua família triste, e cabisbaixa, não houvera festa, a moça que iria chegar, não chegou, e com isto perderam dia de trabalho para se prepararem para a festa, o que atrasaria algumas entregas, acabaram não trabalhando e nem tendo diversão.
Mas Virgínia permanecia tranquila satisfeita. Afinal ela se dedicara o tempo suficiente em cada atividade que escolheu, ponderou o que era importante, conseguiu estabelecer as prioridades sem deixar o egoísmo e o egocentrismo tomar conta de si.
Dias depois, veio a saber que a moça que ajudara era a tão esperada para a festa que nunca aconteceu.
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A pneumonia de Dilma
Não é nova as especulações sobre a vacina contra a gripe, que atualmente o país está em campanha. Esta por sua vez refere-se à vacina contra gripe H1N1, mas os aspectos aqui tratados servirão para toda e qualquer vacina contra a gripe.
Muitos usuários não aderem à campanha por duas justificativas primordiais: Primeiro que a vacina contra a doença, provoca a própria gripe, sendo esta a principal recusa de aceitar se vacinar. A segunda justificativa fica por conta de pseudos intelectuais que compartilham da idéia da teoria da conspiração que a vacina foi criada para dizimar milhões de pessoas.
Para endossar o discurso dessas pessoas eis que os meios de comunicação veiculam a informação de que a presidente do Brasil está com “principio” de pneumonia. E como a mesma foi fotografada, filmada tomando a respectiva vacina, eis que agora muitos acreditam que possam ter provas suficientes para não tomar a vacina.
Mas vamos aos fatos que a mídia não revela:
A vacina não é produzida por vírus vivo, logo não tem como desencadear um processo patológico na pessoa. O que acontece que em alguns casos pessoas acabam gripando é que a vacina desencadeia na pessoa uma resposta imunológica protetora, na qual os sintomas assemelham-se com a gripe. Vale destacar ainda que a vacina não protege a pessoa contra resfriados, que por sua vez não são provocados por vírus. A vacina atua muito mais no sentido de proteger contra agravos da doença (como pneumonia).
Agora a pergunta: Por que Dilma então apresentou pneumonia? Certamente a patologia não é decorrente da vacina, pode ser que já estava com a mesma, e nem sequer percebeu, estava lidando como se fosse um simples resfriado associado ao cansaço da carga de trabalho que estava tendo, com a resposta imunológica provocada por causa da vacina pode ser que os sintomas apenas se exacerbaram, fazendo-a com que procurasse ajuda médica.
Não podemos nos esquecer ainda de que a presidente do país, há aproximadamente dois anos, tratava de linfoma (câncer no sistema linfático que é responsável pelas defesas do corpo). Ou seja, o sistema imunológico pode ainda estar debilitado, sendo mais suscetível a doenças.
Com relação a teoria da conspiração é ser perverso demais pensarmos em alguém que queria dizimar toda uma população, não é mesmo?
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