abaixo coloquei um video... na verdade ele é KOREANO está aqui a versão original.
a tradução ( e não versão) está abaixo
Because I'm a Girl (Juhn Hwah Bahd Uh)
Não consigo entender o coração dos homens
Eles dizem que te querem e então nos abandona
Está é a primeira vez, você é especial
Acreditei nessas palavras, era a minha felicidade
Você devia ter me dito que não gostava mais de mim
Mas não percebi isso e tentei ficar contigo
Embora fique te desejando mal, ainda sentirei sua falta
Amor é tudo, porque sou uma garota
Se você cede a um cara facilmente ele ficará entediado
Não acho que isso seja errado
Mesmo decidida a nunca mais ser enganada
Uma garota se desmorona diante do amor
Você devia ter me dito que não gostava mais de mim
Mas não percebi isso e tentei ficar contigo
Embora fique te desejando mal, ainda sentirei sua falta
Amor é tudo, porque sou uma garota
[Narração] Hoje, nós terminamos
Você me disse pra conhecer alguém melhor
Você é igual a todos os outros carasO que aconteceu quando você dizia que me amava
Honestamente, não quero que você seja felizE se você encontrar alguém melhor que eu?
Estou com tanta dor
Porque ainda estou amando você
Não se aproveite dos meus desejos,
Capaz de fazer tudo por amor / Não se aproveite dos instintos de uma garota
Não sabia que nascer como uma garota
E ser amada era tão difícil
Embora fique te desejando mal, ainda sentirei sua falta
Amor é tudo, porque sou uma garota
Embora fique te desejando mal, ainda sentirei sua falta
Amor é tudo, porque sou uma garota
Um blog que traz analises e reflexões sobre política e políticos, existência e vida, Internet e mídias digitais, e todos os temas que possam vir nos causar inquietações.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
O amor
Herman Hesse: "Estranha a sensação de caminhar através da neblina..."
Se a sensação de andar na neblina é estranha, imagine andar no escuro?
Assim andam os cegos, os deficientes visuais... Não podem ver a beleza das flores, mas podem sentir seu cheiro...
São capazes de amar além de uma imagem, além das formas, pois enxergam o interior das pessoas.
Não importa o que o mundo diga, simplesmente amam.
Sem limites, assim como sábios amantes, que ultrapassam limites... e mesmo que obstáculos venham a acontecer, o outro seja acusado com razão ou não, e uma separação seja inevitável, ainda assim há um jeito de amar, de se dedicar ao outro, de resgatar a confiança perdida.
As vezes acredita-se que o abandono seja a covardia, mas pode ser a resposta de um grande amor.
INDICO ESSE VIDEO, que parece fantasioso, mas na verdade ilustra o dito acima. tecle AQUI
Se a sensação de andar na neblina é estranha, imagine andar no escuro?
Assim andam os cegos, os deficientes visuais... Não podem ver a beleza das flores, mas podem sentir seu cheiro...
São capazes de amar além de uma imagem, além das formas, pois enxergam o interior das pessoas.
Não importa o que o mundo diga, simplesmente amam.
Sem limites, assim como sábios amantes, que ultrapassam limites... e mesmo que obstáculos venham a acontecer, o outro seja acusado com razão ou não, e uma separação seja inevitável, ainda assim há um jeito de amar, de se dedicar ao outro, de resgatar a confiança perdida.
As vezes acredita-se que o abandono seja a covardia, mas pode ser a resposta de um grande amor.
INDICO ESSE VIDEO, que parece fantasioso, mas na verdade ilustra o dito acima. tecle AQUI
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A espera
Guardo em minh’alma
A lágrima que não quis cair.
Ela fica lá, presa como uma marca.
Marcas do passado
Que jamais passou,
Nem sequer chegou.
Ela foi criada no silencio
Da espera incessante.
Ver-te um dia chegar.
Mas você não veio.
Ficou guardado o vazio
No pensamento, no imaginário
Mais que uma visão, uma imagem,
A minha imaginação, a minha quietude
O despertar ansioso
Na busca de te ver,
Mas meus olhos já não se abrem
Hoje eles ficam fechados,
Buscando por você.
Fecham-se na esperança
De se abrirem quando
Você realmente chegar!
A lágrima que não quis cair.
Ela fica lá, presa como uma marca.
Marcas do passado
Que jamais passou,
Nem sequer chegou.
Ela foi criada no silencio
Da espera incessante.
Ver-te um dia chegar.
Mas você não veio.
Ficou guardado o vazio
No pensamento, no imaginário
Mais que uma visão, uma imagem,
A minha imaginação, a minha quietude
O despertar ansioso
Na busca de te ver,
Mas meus olhos já não se abrem
Hoje eles ficam fechados,
Buscando por você.
Fecham-se na esperança
De se abrirem quando
Você realmente chegar!
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Cortinas da vida
Faltam-me palavras.
Falta-me sentimento.
Não!
Falta-me compreender
O que se passa em mim
Não sei se é saudade
Do que nunca tive,
Ou se é amor
Do que nunca conheci,
Nem sei se quero.
Meu ser parece bastidores
De uma estréia teatral
Por trás da cortina só correria
Ninguém se entende
Há ansiedade, há gritos
Mas sabe-se que
A peça vai ser apresentada
E o grande mistério acontecer.
Falta-me sentimento.
Não!
Falta-me compreender
O que se passa em mim
Não sei se é saudade
Do que nunca tive,
Ou se é amor
Do que nunca conheci,
Nem sei se quero.
Meu ser parece bastidores
De uma estréia teatral
Por trás da cortina só correria
Ninguém se entende
Há ansiedade, há gritos
Mas sabe-se que
A peça vai ser apresentada
E o grande mistério acontecer.
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O despertar
Hoje acordei com uma vontade absurda de falar de sentimentos, não o que sinto, ou o que vivo no presente momento, apenas exteriorizar sentimentos. Falar de amor, de ilusão, de paixão, de adeus. Enfim, utilizar do abstratismo para escrever.
Não que tenha acontecido algo diferente, ou que eu tenha perdido meu “poder” de crítica, mas até mesmo os racionais, vivem algum momento de emoção, nem que seja pela experiência do outro.
Quis falar de sentimento de uma forma espontânea, sem arestas da vida, sem preocupação de rimas fracas, métricas, estilo literário. Apenas falar, escrevendo sobre algo que dispensa qualquer conceituação, a não ser sentir.
Para isso é preciso viver, somente quem amar, sabe o que é o adeus, e vice versa. Somente quem sofre com a separação sabe o peso da distância, somente quem se ilude é capaz de viver uma grande paixão.
Não quero ser poeta, mas uma livre pensadora, que pode caminhar por cima do calcário, do barro, como flutuar pelas mais belas paisagens, basta fechar os olhos e imaginar. Essa é a única liberdade que ninguém pode me tirar: a de sonhar.
Enquanto for capaz de sonhar, serei capaz de acreditar nas pessoas, serei capaz de sentir, de abstrair, e de escrever...
Não quero contestar Drumond, Vinícius, Neruda. Quero apenas me embriagar com o cheiro dos campos da minha imaginação, viajar nas asas do prazer sem igual que a escrita me traz, e principalmente a leitura me remete.
Quero ser livre, poder ousar, sem me preocupar nas críticas ou ataques que possam a vir, pois mesma assim não perderei minha vontade de gritar em uma folha em branco o meu sentimento.
Sentir... é isso que a poesia do momento pede, nada de conceitos, gêneros, gramáticas, apenas a alma...
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Lembranças
Ainda ouço seus passos pela casa
Mas já eram de despedida
O som da porta fechando
Remeteu-me a última batida
Que senti em meu coração.
O barulho do relógio
Lembra-me os demorados minutos que se passam
O vento que sopra pela janela
Traz seu perfume
Que exale meu corpo embriaga-me
Depois morre num soluço incontido
Do pranto que agora rola por ti
Outrora meu coração
Saltitava de emoção ao lhe ver
Meu rosto perdia-se num sorriso bobo
Meu corpo jogava-se sobre o seu
Num impulso de desejo
Hoje me resta lembrança
Emoções do passado que em mim
Ainda não passou
Estou parada na mesma estação
A sua espera, como um trem de embarcação
Que sempre volta a buscar passageiros.
Assim sou eu.
Assim estou eu.
Mas já eram de despedida
O som da porta fechando
Remeteu-me a última batida
Que senti em meu coração.
O barulho do relógio
Lembra-me os demorados minutos que se passam
O vento que sopra pela janela
Traz seu perfume
Que exale meu corpo embriaga-me
Depois morre num soluço incontido
Do pranto que agora rola por ti
Outrora meu coração
Saltitava de emoção ao lhe ver
Meu rosto perdia-se num sorriso bobo
Meu corpo jogava-se sobre o seu
Num impulso de desejo
Hoje me resta lembrança
Emoções do passado que em mim
Ainda não passou
Estou parada na mesma estação
A sua espera, como um trem de embarcação
Que sempre volta a buscar passageiros.
Assim sou eu.
Assim estou eu.
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Se me queres
Tome-me pelas mãos
Me leve além do limita
Da razão e da emoção.
Faz-me flutuar em verdes pastos
E caminhar pela maciez das nuvens
Serei teu desejo, sua direção
Se me tomares em seus braços.
Faça uma loucura por mim
E te darei a mais bela pérola
Do meu sentimento.
Debruça teu amor no meu
E juntos somaremos um só.
E se tudo isso for um sonho...
Não me acorde
Deixe-me sonhar um pouco mais
Me leve além do limita
Da razão e da emoção.
Faz-me flutuar em verdes pastos
E caminhar pela maciez das nuvens
Serei teu desejo, sua direção
Se me tomares em seus braços.
Faça uma loucura por mim
E te darei a mais bela pérola
Do meu sentimento.
Debruça teu amor no meu
E juntos somaremos um só.
E se tudo isso for um sonho...
Não me acorde
Deixe-me sonhar um pouco mais
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terça-feira, 29 de junho de 2010
Uma lagrima no quarto escuro
Quisera eu estar em seus desejos,
Pudera eu estar em seu pensamento
Em seu sentimento.
A neblina que agora baixa,
Não me permite ver os longos pastos
O futuro é desconhecido
Mas já traz a dor.
Dor da angustia
De nunca ter querido
E ter sofrido todas as penas
Da paixão, da traição, da separação.
Os sentimentos já não se encontram mais
Talvez nunca se esbarraram.
O medo da altivez
A insegurança, os dissabores da vida
Sempre foram constantes
Impedindo o coração de voar
Os versos já não rimam mais
Não é mais preciso métricas corretas
Não há precisão
Não há amor,
Há apenas uma lágrima no quarto escuro.
Pudera eu estar em seu pensamento
Em seu sentimento.
A neblina que agora baixa,
Não me permite ver os longos pastos
O futuro é desconhecido
Mas já traz a dor.
Dor da angustia
De nunca ter querido
E ter sofrido todas as penas
Da paixão, da traição, da separação.
Os sentimentos já não se encontram mais
Talvez nunca se esbarraram.
O medo da altivez
A insegurança, os dissabores da vida
Sempre foram constantes
Impedindo o coração de voar
Os versos já não rimam mais
Não é mais preciso métricas corretas
Não há precisão
Não há amor,
Há apenas uma lágrima no quarto escuro.
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Jogador: atacante
Em época de copa do mundo, ler um texto com um título desse logo nos remete à grande competição do momento. Porém não se trata de nenhuma crítica ao momento ou aos atletas.
O respectivo texto vem trazendo uma reflexão sobre jogadores, jogadores da vida, aqueles que se arriscam, pautam a própria vida numa eterna escada. Ou seja, acreditam que a vida seja uma eterna subida, em etapas, e cada etapa corresponde a um degrau, este por sua vez torna-se representado por pessoas.cada degrau, uma pessoa que se pisa, que se derrota.
Para os jogadores de plantão não importa o outro, e sim o objeto almejado, fazem da vida uma eterna competição, no qual o outro é adversário. As relações sociais não se dão a partir de transversalização de afetos, mas de interesse. O que se pode aproveitar do outro para se auto beneficiar é feito, quando o outro deixa de trazer benefícios ao jogador, este então passa atacar o adversário de forma a eliminá-lo, assim estará subindo mais um degrau.
No entanto, a luta não tem vantagem algum, pois enquanto de beneficia-se do adversário, consegue-se conhecê-lo, a reconhecer suas fraquezas, dessa forma, no momento de derrubá-lo, utiliza a arma necessária para atingir a fraqueza ou ferida aberta do adversário.
É um jogo sujo, pois o adversário, jamais imagina que é adversário, tão pouco que será atingido onde é mais vulnerável. Geralmente este adversário reconhece a embate somente no golpe final. Pois ele não vislumbra no outro um concorrente, mas um complemento.
Não é pecado ser jogador, mas soa estranho ser mau jogador, para se derrubar um adversário não tem que ser superior a ele, absolutamente, mas deve ser leal, ao menos reconhecendo todas as potencialidades dele. Foi assim no filme Karate Kid: a luta enquanto vingança, não é interessante. A luta é uma arte de agilidade. Enquanto o jogador acreditava ser superior, o outro o se machucava, parecia derrotado, mas continuava de pé. Somente quando fois considerado o conhecimento e agilidade do outro, conseguiu-se vencer uma luta, pois nesse momento não se buscou derrotar o adversário onde ele era mais fraco, mas com um golpe que deve ser dirigido, somente a bons jogadores.
Para finalizar, vale destacar que o pior jogador é aquele que joga baseado na fraqueza do adversário, ou o atinge na ferida aberta.
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O pior jogador é aquele que joga baseado na fraqueza do adversário, ou o atinge na ferida aberta.
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segunda-feira, 28 de junho de 2010
Nem só das próprias idéias vive um pensador
Andaram me perguntando em comentários porque passo alguns dias sem postar, e quando retorno apresento uma reprodução do pensamento de outro autor ( com os devidos créditos ao mesmo claro!).
O fato é simples, o título do texto já diz: nem só dos próprios pensamentos vive um pensador!
Logicamente não sou uma pensadora consagrada de renome, mas todos nós somos pensadores, uns com facilidade de exteriorizar o que pensam, traduzir em palavras o próprio pensamento, outros não.
O fato é que o nosso pensamento é formado a partir das circunstâncias vividas, das provocações recebidas. É como se fosse um impulso nervoso. Você espeta um alfinete no dedo, os impulsos, através das sinapses, passam essa informação ao cérebro e envia a sensação de dor. Com o pensamento é assim, você recebe uma provocação, uma informação, ela é processada pelo cérebro, e codificada em pensamento. Assim se você receber o pensamento de alguém como informação, você pode codificá-la como seu pensamento (também).
Não se trata de plágio, afinal ao você fazer uso pra si do pensamento ( escritos) de alguém, cada leitor vai assimilá-lo conforme sua circunstâncias, seu momento, sua vivência, seus conhecimentos.
Ora se a codificação de uma leitura é de forma individualizada, assim como a interpretação do mesmo fragmento textual, porque reproduzir o pensamento alheio? Simplesmente pelo fato dele ser completo, não precisa de maiores explicações. É o que é e pronto.
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sábado, 26 de junho de 2010
Analfabetismo Virtual
É inexorável os benefícios que a Internet trouxe ao dia-a-dia das pessoas: encurtar distancia, dinamizar atividades x tempo, difusão de informações e cultura. Há uma infinidade de sites com bom conteúdo, no qual se pode desfrutar de bons textos escritos em uma linguagem acessível, porém bem escrito. Quando digo bem escrito não me refiro apenas à clareza de idéias, mas à sintaxe e ortografia.
Ora mas porque se preocupar com sintaxe e ortografia? Pode parecer besteira, mas um bom texto depende muito desses dois itens. Na comunicação, principalmente escrita, são fundamentais também, porém andam esquecidos no meio virtual, principalmente no que diz respeito aos sites de relacionamento.
Não! Não estou me referindo a vícios de linguagens virtuais ou neologismos ( nos quais as palavras são simplificadas por meio de abreviatura), ou o “miguxes” ( as palavras são escritas conforme a sonoridade, ou na linguagem “tatimitati”, exemplo: axim, naum, etc.). tão pouco a erro de digitação, no qual se troca a ordem das letras de uma palavra, mas ainda assim dá-se para entender. Porém, me refiro a erros que são o verdadeiro assassinato da gramática.
Pontuação inexiste. Se não acompanhar o contexto da frase não se sabe se é um questionamento ou uma afirmação. O mesmo acontece com acentuação, as palavras – como citado anteriormente – são escritas conforme a sonoridade ( é = eh).
Isso sem contar na dificuldade crônica do uso de “x”, “ch”, “s”, “ss”, “sc”, “ç”, “g” e “j”, “l” e “u”, “h”. é absolutamente escandaloso os erros ortográficos. Os erros são em palavras simples, que utilizamos no dia-a-dia, que lemos em panfletos, outdoor, em manchetes de jornais ou sites, em supermercados. Enfim, palavras de uso cotidiano, que não dependem do hábito da leitura para serem assimiladas.
O mais triste é que esses erros são cometidos em sites de relacionamento, nos quais pessoas tentam encontrar seus “pares”, fazer amizade. Assim a cultura fica em segundo plano, melhor dizendo em último, é preciso impressionar o outro, mas isso se dá através de atrativos físicos, popularidade, ou posses (bens materiais mesmo). Ser culto, ter formação, gostar de ler, escrever certo não é importante, pelo contrário, aquele que segue a norma culta para escrever é tido como antiquado (será que ainda lembram ou sabem o que significa esta palavra?), démodé, “quadrado”, chato. Acaba ficando excluído do grupo, ou no caso em questão das “panelinhas” ( termo muito utilizado para denominar um grupo de pessoas que se relacionam de forma mais próxima).
Outro equívoco bastante comum nos sites de relacionamento é quanto ao significado de palavras (tipo sessão, seção, etc) utiliza-se uma palavra que vem a mente, que mais se aproxima com o que se quer expressar, sem mesmo ela representar a realidade da circunstancia que se quer apresentar. E ai do receptor da mensagem entender de outra forma, é o suficiente para desencadear um desentendimento. Confundem prioridade com monopólio, sensualidade com vulgaridade, educação ( ser bem educado, cumprimentar as pessoas, agradecer, pedir por favor, dar atenção) com cantada. É o caos, há a todo o momento a necessidade de explicar algo escrito/dito.
Obviamente que tais erros, esquecimentos, equívocos com a língua tem várias justificativas: falta de leitura, dedicação, disciplina, estudo, atenção, pressa ao escrever, etc. Algo que depende exclusivamente da vontade de cada um em aprender, aperfeiçoar-se, o que está longe de acontece, já que estão ali pra relacionamento ( principalmente amoroso) e não troca e aquisição de conhecimentos.
E esse caos está longe de terminar, haja vista que mais parece uma doença, pois acaba contaminando quem escreve corretamente, pois de tanto ler e tentar corrigir, acabam errando. O recurso é evitar ler o que os outros escrevem nesses sites. Se ler, se policiar para não ficar reproduzindo, na dúvida recorrer ao velho amigo dicionário. Evitar a contaminação por osmose, afastando-se de contatos nos quais esses erros são praticados em abundância.
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quinta-feira, 24 de junho de 2010
"Não me prendo a nada que me defina. sou companhia, mas posso ser solidão. tranqüilidade e inconstância, pedra e coração. Sou abraços, sorrisos, ânimo, bom humor, sarcasmo, preguiça e sono. Música alta e silêncio. Serei o que você quiser, mas só quando eu quiser. Não me limito, não sou cruel comigo! Serei sempre apego pelo que vale a pena e desapego pelo que não quer valer… Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato. Ou toca, ou não toca.
Clarice Lispector
Clarice Lispector
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"Se você sente tédio quando está sozinho
é porque está em péssima companhia".
Jean Paul Sartre
é porque está em péssima companhia".
Jean Paul Sartre
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sábado, 19 de junho de 2010
devaneio noturno
Se o perdão e a compreensão são as maoires virtudes humana, certamente o despreso, abandono e exclusão são os piores defeitos.
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sexta-feira, 18 de junho de 2010
Luto
Perdemos Saramago, o corpo, pois as idéias permanecem, e se reforçam com um dos seus últimos escritos, e postados em sua página pessoal, o qual diz que nos falta mais filosofia, mais reflexão, ganharmos mais tempo e cultura refletindo.
Talvez este tenha sido a chave de ouro para fechar um ciclo: a vida. Talvez este seja o mais importante de todos os seus escritos, não por ter sido o último, mas por representar a conclusão de uma vida, de uma vivência em todas as suas potencialidades, e principalmente de todos os seus pensamentos.
Ousadia? Sim, a vida de Saramago foi marcada pela ousadia. Ousou desde o momento que enfrentou todas as adversidades da vida e se tornou Nobel da literatura. Mais do que isso foi um ícone como pensador, o que pra muitos se traduziu em rebeldia, ou piegas de comunista.
No entanto mais do que isso, foi uma pessoa com tamanha sensibilidade, a ponto de afirmar que o maior sábio que conheceu não sabia nem ler ou escrever: seu avô. Enfrentou todo o ônus da pobreza, ou critica por ter se aberto para o amor trinta anos mais jovem do que ele.
Mais do que isso foi Saramago, que terminou com singelas palavras, em um pequeno texto, mas que nos remete a maior de todas as nossas fraquezas: o medo e a preguiça do trabalho de pensar!
Eis o grande mistério da vida de Saramago: o desafio. E nos deixa além de um legado literário, o desafio de buscarmos mais filosofia, até mesmo entre aqueles que nem sequer sabem quem foi José Saramago.
“Acho que na sociedade actual nos falta filosofia. Filosofia como espaço, lugar, método de refexão, que pode não ter um objectivo determinado, como a ciência, que avança para satisfazer objectivos. Falta-nos reflexão, pensar, precisamos do trabalho de pensar, e parece-me que, sem ideias, nao vamos a parte nenhuma”. José Saramago
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José Saramago....
“Acho que na sociedade actual nos falta filosofia. Filosofia como espaço, lugar, método de reflexão, que pode não ter um objectivo determinado, como a ciência, que avança para satisfazer objectivos. Falta-nos reflexão, pensar, precisamos do trabalho de pensar, e parece-me que, sem ideias, nao vamos a parte nenhuma”.
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quinta-feira, 17 de junho de 2010
Padre Fábio de Melo
A realização humana consiste numa íntima satisfação de ser quem a gente é. Consiste na consciência feliz de saber-se no lugar certo, fazendo a coisa certa.
Não desperdice a sua vida com projetos que não foram feitos pra você.
A inadequação entre o que somos e o que estamos fazendo de nós pode nos custar um preço muito alto.
Ocupe-se bem de tudo o que Deus lhe concedeu. Que a beleza do jardim alheio não lhe ofusque a disposição para plantar o seu.
Não desperdice a sua vida com projetos que não foram feitos pra você.
A inadequação entre o que somos e o que estamos fazendo de nós pode nos custar um preço muito alto.
Ocupe-se bem de tudo o que Deus lhe concedeu. Que a beleza do jardim alheio não lhe ofusque a disposição para plantar o seu.
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A maneira como as pessoas nos tratam passa inevitavelmente pela nossa autorização.
Pe Fábio de Melo
"Ao oferecer à sociedade um projeto narrativo, o escritor faz coincidir a escritura com a poética do cotidiano."
Nélida Piñon.
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quarta-feira, 16 de junho de 2010
Balançando a bandeira pela Saúde
Que me perdoem os puxadores de escola de samba, mas devo parafraseá-los: A hora é essa! Vista a camisa brasileira, hasteie a bandeira, reúna os amigos e vamos torcer pelo Brasil. È copa do mundo! E não é pecado, tão pouco crime sermos nacionalistas, ufanistas em meio ao caos.
Devemos fazer isso pela nossa saúde – mental e social. Já é comprovado que o lazer e estar inserido num grupo de amizade ajuda na manutenção da “saúde física” das pessoas, inclusive para o sistema imunológico, nesses dias de frio não podemos descartar nenhuma ajuda ao nosso organismo.
Ficar o tempo todo procurando culpados para o caos ou tentando resumir em poucas linhas possíveis soluções não dá. Até mesmo porque não existe uma esfera de culpados e tão poucos soluções que abarquem somente a saúde. É um problema coletivo. É no mínimo jocoso ficarmos querendo culpar apenas governantes, se há um desconhecimento por parte de alguns, ética de outros. Enfim são muitas as questões envolvidas nesse processo.
Mas voltando para a copa- é claro - vale destacar algumas reflexões que esse momento nos traz: o trabalho em equipe, o corte de excessos que podem vir a interferir no desempenho dos jogadores e é claro a esperança.
Seremos milhões de torcedores esperançosos, seremos juízes e técnicos ao mesmo tempo. Criticaremos, alguns xingarão,e outros arriscaram até tentar ensinar o técnico da seleção brasileira o que ele deveria fazer. Mas estamos todos nós vestindo o mesmo uniforme
É assim na saúde! Indignamos-nos com o que vemos, às vezes criticamos, ousamos esboçar alguma solução, só que vestimos uniformes diferentes, cada região, município tem sua própria especificidade. Muito embora a tentativa Federal seja uniformizar, mas estamos longe dessa vitória.
Porém somos todos torcedores- independente de ser do governo ou não - esperançosos, e podemos apenas mudar nossa própria forma de jogar ou de torcer. E esta atitude já é de grande valia, pode mudar o resultado final.
Podemos voltar nossos olhos para África do Sul, sem culpa, sem medo de criticas equivocadas. Podemos torcer vibrar, e até mesmo criticar, faz parte do processo da copa. Só não podemos esquecer é de viver, pois caos existe até mesmo dentro de nós mesmos, e não deixamos de viver por isso.
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segunda-feira, 7 de junho de 2010
frases
O que ando pensando? Como lutar contra o tempo... O que vou fazer enquanto isso? Apenas viver...
Tenho duas escolhas: esperar ou não... Já o outro tem outras duas: arriscar ou rejeitar... Esta última é a escolha dos covardes.
Quando a crise é grande, não adianta virar a página. O melhor é comprar um novo caderno!
A maior e melhor metáfora que existe é a da vida!!!
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domingo, 6 de junho de 2010
Amizade ( sobre reportagem de capa da revista mente&cérebro de maio/2010)
Sem dúvida que amizades são favoráveis á vida do ser humano, já que se trata de um ser biopsicossocial, algo esquecido que faz muita diferença, já que não há medicações para regular o equilíbrio social de uma pessoa.
Embora muitos acreditem que uma maior diversidade de grupos possibilita um melhor enfrentamento de situações adversas, quer seja de forma individual ou do próprio grupo. Muitas vezes a diversidade não representa qualidade, o que se torna nocivo, pois a busca incessante de fugir da solidão pode a levar a pessoa a recorrer a instrumentos, grupos que muitas vezes não atendem as suas necessidades.
Nesses casos há ainda o risco de uma falsa adaptação, se sujeitar á situações contrárias a seus próprios princípios por medo de critica e da solidão.
Outra abordagem que acredito ser importante frisar é a diferença entre solidão e isolamento, a solidão é estar em meio a multidão e não estar inserido a grupos, enquanto o isolamento corresponde ao afastamento social. O isolamento pode ocorrer por vários motivos, porém pode ser um momento importante para o ser, é o momento de reflexão, se conhecer a si mesmo, estabelecer prioridades, cortar excessos da vida.
Podemos considerar o isolamento como um momento existencial, que pode preceder o momento de viver.
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Somente na crise conseguimos reconhecer nossos Judas e Pedros.
Vive uma realidade virtualmente superficial aquele que ainda acredita na dicotomia real-virtual. A vida é uma só!
Conseguimos melhor eliminar os excessos da vida na crise!
Não existem mundos virtual e real, e sim espaços.
Assim como dois corpos não podem ocupar um mesmo espaço, um corpo não tem como viver em dois mundos distintos.
Dizer que se tem uma vida virtual e outra real e uma não interfere na outra, é enganar-se a si mesmo, é traduzir de forma moderna (tecnológica) a própria fragmentação.
Quem foi que disse que devemos desistir de nossos sonhos/metas só porque o outro não quer? O que deve mudar nesse caso é o caminho e não o destino.
Se você é capaz de respeitar o outro diante da adversidade entre vocês, é capaz também de reconhecer a si mesmo. Agora se você é capaz de resistir a uma adversidade entre você e o outro, é capaz de compreendê-lo.
Amar na adversidade não é pra qualquer um, apenas para aqueles capazes de perceber as necessidades do outro, o que ele pode vir a ser. E esse poder vir a ser não depende só dele, mas da construção que realizarem juntos, e é nessa construção que está sua maior responsabilidade na relação.
Vive uma realidade virtualmente superficial aquele que ainda acredita na dicotomia real-virtual. A vida é uma só!
Conseguimos melhor eliminar os excessos da vida na crise!
Não existem mundos virtual e real, e sim espaços.
Assim como dois corpos não podem ocupar um mesmo espaço, um corpo não tem como viver em dois mundos distintos.
Dizer que se tem uma vida virtual e outra real e uma não interfere na outra, é enganar-se a si mesmo, é traduzir de forma moderna (tecnológica) a própria fragmentação.
Quem foi que disse que devemos desistir de nossos sonhos/metas só porque o outro não quer? O que deve mudar nesse caso é o caminho e não o destino.
Se você é capaz de respeitar o outro diante da adversidade entre vocês, é capaz também de reconhecer a si mesmo. Agora se você é capaz de resistir a uma adversidade entre você e o outro, é capaz de compreendê-lo.
Amar na adversidade não é pra qualquer um, apenas para aqueles capazes de perceber as necessidades do outro, o que ele pode vir a ser. E esse poder vir a ser não depende só dele, mas da construção que realizarem juntos, e é nessa construção que está sua maior responsabilidade na relação.
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Nova dieta
Há momentos que nos sentimos pesados, e percebemos que é hora de uma dieta. Cortar excessos. Os excessos da vida.
Não falo de obesidade corporal, mas da obesidade mental. Não falo dos excessos de gordura, de doces, carboidratos, mas de tudo aquilo supérfluo à vida, que seguimos, usamos, abusamos sem que nos acrescente em nada.
São esses excessos que as vezes nos fazem perder tempo precioso, que poderíamos estar em convívio com outras pessoas, ajudando alguém, e até a nós mesmos. São atividades desenvolvidas no dia-a-dia repetidamente, que muitas vezes acabam em vício.
Seria como o vício do fumo: gastamos dinheiro, e a única saciedade é momentânea, não nos acrescenta positivamente em nada. Ao contrário, acaba nos prejudicando a saúde financeira e física.
Assim são os excessos mentais, que podem se traduzir em atividades cotidianas, mas que fazemos por fuga, para preencher vazios, acabam virando vícios e nos prejudicando de alguma forma, nos impedindo de desenvolver atividades mais saudáveis, que poderiam contribuir muito mais para nós mesmos, e até para outras pessoas do que as viciações, manias, extravagâncias desnecessárias.
Mas como reconhecer esses excessos. Bem é complicado, pois quando nos acostumamos com algumas situações não nos damos conta o quanto ela pode nos ser prejudicial, e se gostamos da passividade que ela nos traz, da falsa imagem de saciedade de satisfação continua, ou simplesmente acreditar que nos acrescenta em algo, dificilmente conseguimos reconhecer que algo que acreditamos que nos faça bem, esteja entre esses excessos a serem cortados numa dieta mental.
Nesse patamar, a verdade consigo mesmo e disciplina são fundamentais. Enumerar aquilo que realizamos, considerar o tempo gasto, os recursos utilizados, o esforço desprendido, e o retorno ( qualquer esfera que seja ele desde financeiro até de crescimento pessoal ou social) é fundamental.
A sinceridade a verdade entra justamente para não tentar nos enganarmos, se possível colocar no papel, ler e reler várias vezes, antes de definir se existem mesmo excessos ou não em nossas vidas a serem cortados.
É como no caso de sobre peso. Verificamos o que ingerimos, e começamos a cortar o desnecessário, aquilo que nos faz aumentar o peso, e começamos a cortar. E criamos outros hábitos como ingerir alimentos mais saudáveis, prática de exercício físico. Mas se não formos sinceros conosco, acabamos por assaltar a geladeira a noite, escondido de todos, ou tomar um refrigerante na rua, acreditando que estamos enganando os outros, e seguindo uma dieta rigorosa. Ledo engano, estamos enganando somente a nós mesmos.
A dieta mental é assim, não adianta fingir que uma ação, atividade nos faz bem, só porque é cômodo continuar a desenvolve-la, ou quem sabe por medo de procurar hábitos mentais mais saudáveis.
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Reflexões
sábado, 5 de junho de 2010
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Da mesma forma que eu não tenho condições de decidir nada na minha vida, ninguém tem condições de me julgar.
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frases
quinta-feira, 3 de junho de 2010
CAOS NA SAÚDE
Ao passarmos pelos serviços públicos de saúde é exatamente isso que ouvimos: caos. As sugestões para a maioria que reclamam do mal atendimento, ou melhor, atualmente do não atendimento em pronto atendimento são variados, vão desde o aumento do número de pessoal ( principalmente médicos) até novos postos de atendimento.
Mesmo que aumente o numero de pessoal, aumente a oferta de serviços, ainda assim veremos filas intermináveis de espera.
O sistema está sucateado, e não adianta procurarmos culpados, pois se tornou uma reação em cadeia: não há médicos devido a baixo salários, não há dinheiro devido aos altos gastos com medicações que estragam nos depósitos, não há medicação, pois existem um número quase na casa dos milhões de exames para serem realizados e pagos.
Isso sem contar nas intercorrências epidêmicas que aparecem - eis ai continuamente a DENGUE que não nos deixa mentir.
O caos – condição absoluta de omissão de soluções - se torna mais grave quando vamos mais a fundo, a metodologia de trabalho, a sistematização da assistência, o ensino que os novos futuros profissionais estão recebendo.
Do prisma do paciente, do cliente é assustador chegar em um serviço ficar deitado em um corredor. Isto quando consegue atendimento, pior quando não encontra médico para atendê-lo. Porém do ponto de vista profissional não inserido no sistema, é assustador verificar pessoas se preocupando mais com a profissão da vilã da novela das oito ( que agora é quase as dez), que denigre a imagem da profissão, enquanto verdadeiros profissionais desfilam com seringas com vacinas por corredores, ou distribuem apenas quarenta senhas diárias para multivacinação contra a gripe H1N1. Ou quando verificamos alunos e professores atendendo quem já está assistido, enquanto há uma fila de trabalhadores querendo uma atenção, uma vacina.
A precariedade já está estabelecida, não adianta o novo para melhorias, se a base, se o alicerce está abalado, baixos salários, gasto de materiais, falta de educação para a saúde e o principal A INTEGRALIDADE COM A SOCIEDADE, e esta integralidade envolve todas as esferas sociais, desde a saúde até a esfera de segurança e trabalho, passando pela reformulação curricular e cultural.
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Artigos
Você pode responder a esta pergunta?
A PERGUNTA É A SEGUINTE:
No caso da srª Dilma Roussef ser eleita Presidente do Brasil, quem será a pessoa que irá aos Estados Unidos para a fala habitual na Assembléia Geral da ONU, ou para discutir com o presidente americano sobre questões de comércio, por exemplo?
A Presidente não irá, com 100% de certeza.
Então, repito a pergunta: Quem irá aos Estados Unidos no lugar dela?
Bem, você deve estar intrigado com esta pergunta meio sem sentido, não é?
Aqui vai a explicação:
Dilma Roussef foi condenada nos Estados Unidos pelo seqüestro do embaixador norte-americano, na década de 60 (Charles Elbrick) remember ? Juntamente com outras pessoas (por exemplo: Fernando Gabeira).
A pena é bem grande e não há como pensar em liberdade condicional. Lá o crime não prescreve !
A questão secundária é que isto vale para outros 11 países.
Muitos governantes de países periféricos já foram apanhados nesta armadilha e a maioria perdeu o cargo que ocupava, para satisfação da oposição local.
Nós temos uma solução ideal para resolver esta questão: não elegê-la presidente. Desta maneira ela poderá escolher lugares muito confortáveis para viver o resto da vida como, por exemplo, Havana, em Cuba, ou La Paz na Bolívia, o que resolverá vários problemas: os dela e os nossos.
Portanto, pare de imaginar que é implicância minha quando coloco na Internet a folha corrida policial desta senhora, cheia de crimes. Esqueça estes documentos e (se for o seu caso) continue com a sua fé inabalável nas qualidades desta mulher, legítima porta-voz da equipe do sr.Lula da Selva.
Mas....... se eu fosse você, começava a me preocupar com esta possibilidade. Já pensou se ela resolve fazer uma visitinha àquele cara simpático e ultra democrático da Venezuela, o Hugo Chávez e, de repente, uma tempestade no Caribe obriga o avião a descer em Miami que fica ali perto. Imagine a encrenca monumental que nem o presidente americano vai poder desfazer?
Bem... talvez você seja um sábio e tenha uma boa idéia para resolver a situação. Por isto volto a perguntar:
Quem vai representar o Brasil nas viagens internacionais aos Estados Unidos e aos 11 países onde ela pode ser presa no próprio aeroporto onde desembarcar?
TENHO CERTEZA ABSOLUTA QUE ESTA, VOCE DESCONHECIA !
No caso da srª Dilma Roussef ser eleita Presidente do Brasil, quem será a pessoa que irá aos Estados Unidos para a fala habitual na Assembléia Geral da ONU, ou para discutir com o presidente americano sobre questões de comércio, por exemplo?
A Presidente não irá, com 100% de certeza.
Então, repito a pergunta: Quem irá aos Estados Unidos no lugar dela?
Bem, você deve estar intrigado com esta pergunta meio sem sentido, não é?
Aqui vai a explicação:
Dilma Roussef foi condenada nos Estados Unidos pelo seqüestro do embaixador norte-americano, na década de 60 (Charles Elbrick) remember ? Juntamente com outras pessoas (por exemplo: Fernando Gabeira).
A pena é bem grande e não há como pensar em liberdade condicional. Lá o crime não prescreve !
A questão secundária é que isto vale para outros 11 países.
Muitos governantes de países periféricos já foram apanhados nesta armadilha e a maioria perdeu o cargo que ocupava, para satisfação da oposição local.
Nós temos uma solução ideal para resolver esta questão: não elegê-la presidente. Desta maneira ela poderá escolher lugares muito confortáveis para viver o resto da vida como, por exemplo, Havana, em Cuba, ou La Paz na Bolívia, o que resolverá vários problemas: os dela e os nossos.
Portanto, pare de imaginar que é implicância minha quando coloco na Internet a folha corrida policial desta senhora, cheia de crimes. Esqueça estes documentos e (se for o seu caso) continue com a sua fé inabalável nas qualidades desta mulher, legítima porta-voz da equipe do sr.Lula da Selva.
Mas....... se eu fosse você, começava a me preocupar com esta possibilidade. Já pensou se ela resolve fazer uma visitinha àquele cara simpático e ultra democrático da Venezuela, o Hugo Chávez e, de repente, uma tempestade no Caribe obriga o avião a descer em Miami que fica ali perto. Imagine a encrenca monumental que nem o presidente americano vai poder desfazer?
Bem... talvez você seja um sábio e tenha uma boa idéia para resolver a situação. Por isto volto a perguntar:
Quem vai representar o Brasil nas viagens internacionais aos Estados Unidos e aos 11 países onde ela pode ser presa no próprio aeroporto onde desembarcar?
TENHO CERTEZA ABSOLUTA QUE ESTA, VOCE DESCONHECIA !
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Artigos
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Os alicerces da vida
O ser humano é dotado de capacidades para sobrevivência: razão, emoção e instinto. Esses três ele mentos fundamentais a qualquer ser humano interagem continuamente. A interação entre eles é que dará a base de sustentação do ser humano por casa circunstância vivida.
No caso de desequilíbrio de um desses elementos, pode se manifestar uma doença psíquica, ou uma desorientação na vida, como um simples decidir qual profissão escolher na hora do vestibular.
É preciso experimentar e desenvolve-los para que fiquem em equilíbrio e isso só se dá, fazendo, arriscando, vivendo. No entanto, não somos ilhas isoladas, e nossas escolhas, as vezes esbarra na escolha alheia, e deixamos de experimentar por medo do julgamento do outro., por receio da regra social imposta onde estamos inseridos.
Para uma vida bem estruturada, não se pode abandonar nenhuma das três esferas, porém em determinados momentos devemos dar prioridade a alguma, até que a outra entre em uma rotação condizente com a nossa situação, e assim possamos acompanhá-la.
Suponhamos a construção de uma casa, a primeira coisa a se decidir é o tipo de alicerce utilizar. Devemos saber como queremos a casa, se plana, se com andares. E assim priorizar o alicerce, e investir nele. Afinal toda a estrutura da casa depende dele. Se for fraco, ou mal feito, todo resto da construção poderá ficar comprometido.
Assim é com a vida. Devemos escolher nosso alicerce, esse não muda, ele será a base de sustentação para a vida, talvez a prioridade seja a família, ou o trabalho, ou o lazer, esporte. Não tem como mudarmos o alicerce a cada momento, podemos ampliar e destruir cômodos, mas jamais o alicerce.
Erroneamente o ser humano tende a dar prioridade aquilo que ainda vai construir, aquilo que ele ainda quer, aquilo que ainda está em projeto, ou faz parte da construção final, esquece-se do alicerce. A definição de qual é o nosso alicerce é fundamental, pois é a base que vamos recorrer sempre que alguma outra estrutura se abalar, é nele que vamos nos escorar.
Isso significa dizer que a cada momento mudamos nosso alicerce, e isso as vezes faz com que toda a estrutura se abale, pois se o alicerce do momento se abala, todo o restante desaba. É aí que entra os casos de depressão, ansiedade, suicídios, etc.
Sendo assim a busca do ser humano deve ser não em novos alicerces, mas em construir estruturas a partir do alicerce que tem.
No caso de desequilíbrio de um desses elementos, pode se manifestar uma doença psíquica, ou uma desorientação na vida, como um simples decidir qual profissão escolher na hora do vestibular.
É preciso experimentar e desenvolve-los para que fiquem em equilíbrio e isso só se dá, fazendo, arriscando, vivendo. No entanto, não somos ilhas isoladas, e nossas escolhas, as vezes esbarra na escolha alheia, e deixamos de experimentar por medo do julgamento do outro., por receio da regra social imposta onde estamos inseridos.
Para uma vida bem estruturada, não se pode abandonar nenhuma das três esferas, porém em determinados momentos devemos dar prioridade a alguma, até que a outra entre em uma rotação condizente com a nossa situação, e assim possamos acompanhá-la.
Suponhamos a construção de uma casa, a primeira coisa a se decidir é o tipo de alicerce utilizar. Devemos saber como queremos a casa, se plana, se com andares. E assim priorizar o alicerce, e investir nele. Afinal toda a estrutura da casa depende dele. Se for fraco, ou mal feito, todo resto da construção poderá ficar comprometido.
Assim é com a vida. Devemos escolher nosso alicerce, esse não muda, ele será a base de sustentação para a vida, talvez a prioridade seja a família, ou o trabalho, ou o lazer, esporte. Não tem como mudarmos o alicerce a cada momento, podemos ampliar e destruir cômodos, mas jamais o alicerce.
Erroneamente o ser humano tende a dar prioridade aquilo que ainda vai construir, aquilo que ele ainda quer, aquilo que ainda está em projeto, ou faz parte da construção final, esquece-se do alicerce. A definição de qual é o nosso alicerce é fundamental, pois é a base que vamos recorrer sempre que alguma outra estrutura se abalar, é nele que vamos nos escorar.
Isso significa dizer que a cada momento mudamos nosso alicerce, e isso as vezes faz com que toda a estrutura se abale, pois se o alicerce do momento se abala, todo o restante desaba. É aí que entra os casos de depressão, ansiedade, suicídios, etc.
Sendo assim a busca do ser humano deve ser não em novos alicerces, mas em construir estruturas a partir do alicerce que tem.
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Reflexões
Jogo do contente ou ver o avesso?
Muitos já devem ter lido, ou pelo menos ouvido falar do clássico da literatura Pollyanna, de Eleanor Porter. O livro conta a história de uma menina de onze anos que aprendeu com seu pai o jogo do contente, que consistia em achar uma forma de ficar contente em qualquer situação.
Li este livro ainda na adolescência, e por mais que tentasse esse jogo do feliz, não conseguia em algumas situações extrair algo de bom. E sinceramente em se tratando de situações com pessoas, as vezes o que extraímos de bom é não nos envolvermos com esse tipo de pessoa.
Porém quem somos nós para julgar alguma pessoa, a estereotipar, pois o ser humano tem uma mania torpe de criar estereótipos em pessoas fazendo-as com que sejam excluídas do meio, ou fazendo-as com que se isolem. Esta postura de alguns em julgar o outro, sem conhecer o avesso, ou tentar fazer o jogo do contente pode gerar no outro conseqüências sérias como doenças psíquicas, abandono de estudos, trabalho ou até suicídio.
Eis ai um ato muito julgado por muitos: o suicídio. A pessoa que tenta o suicídio, mas não morre, quando retorna ao seu dia-a-dia é criticada, as vezes até mesmo na recuperação ouve coisas que o inferioriza, escuta julgamentos embasados no exterior, e não na vivência dele.
Às vezes quem tenta o suicídio é um pai de família, e ele ouve pessoas perguntando se ele não tem vergonha, que foi covarde, ou ainda o julga quanto ao exemplo que está dando aos filhos. Mas essas mesmas pessoas esquecem de ver o avesso da situação: o que levou um pai de família a tentar tal ato: um desequilíbrio emocional súbito? Ou ele já vinha dando indícios e ninguém percebeu? A vergonha de não conseguir mais sustentar a família, o descobrimento que não fora um bom pai, a perda do emprego, o desespero de tantos outros julgamentos?
Quando é um jovem, geralmente associam logo ao término de um relacionamento, e pode ser mesmo. E o julgamento que fazem é: uma pessoa tão jovem querendo se matar por causa de outra? Existem tantas outras pessoas boas ai, ele(a) não te merece. Você não pode atribuir ao outro a própria felicidade. Isto é certo, mas a ruptura de uma relação não consiste em apenas uma separação entre amantes, as vezes vai além, constitui construção de sonhos, parte que faltava para a pessoa se considerar feliz, isso não é atribuir a felicidade ao outro, mas perder parte de seus próprios sonhos, talvez aquele relacionamento era o alicerce para outras etapas da vida. Há quem coloque mo trabalho como alicerce, e se o perder, vai perder o rumo também.
O julgamento social ( e não jurídico) geralmente vem justamente da superficialidade, ou seja, ver no outro aquilo que eu quero ver, independente do avesso, das reais circunstâncias.
É o mesmo dizer que um bordado em ponto cruz é lindo, sem ver o avesso, o encanto do ponto cruz não é o emaranhado de pontos em forma de “x” formando desenhos, mas o avesso perfeito, sem remendos, sem nós, sem muito zigzag.
É assim o jogo do feliz, não tentar julgar se aborrecer, mas ver o avesso da situação.
Li este livro ainda na adolescência, e por mais que tentasse esse jogo do feliz, não conseguia em algumas situações extrair algo de bom. E sinceramente em se tratando de situações com pessoas, as vezes o que extraímos de bom é não nos envolvermos com esse tipo de pessoa.
Porém quem somos nós para julgar alguma pessoa, a estereotipar, pois o ser humano tem uma mania torpe de criar estereótipos em pessoas fazendo-as com que sejam excluídas do meio, ou fazendo-as com que se isolem. Esta postura de alguns em julgar o outro, sem conhecer o avesso, ou tentar fazer o jogo do contente pode gerar no outro conseqüências sérias como doenças psíquicas, abandono de estudos, trabalho ou até suicídio.
Eis ai um ato muito julgado por muitos: o suicídio. A pessoa que tenta o suicídio, mas não morre, quando retorna ao seu dia-a-dia é criticada, as vezes até mesmo na recuperação ouve coisas que o inferioriza, escuta julgamentos embasados no exterior, e não na vivência dele.
Às vezes quem tenta o suicídio é um pai de família, e ele ouve pessoas perguntando se ele não tem vergonha, que foi covarde, ou ainda o julga quanto ao exemplo que está dando aos filhos. Mas essas mesmas pessoas esquecem de ver o avesso da situação: o que levou um pai de família a tentar tal ato: um desequilíbrio emocional súbito? Ou ele já vinha dando indícios e ninguém percebeu? A vergonha de não conseguir mais sustentar a família, o descobrimento que não fora um bom pai, a perda do emprego, o desespero de tantos outros julgamentos?
Quando é um jovem, geralmente associam logo ao término de um relacionamento, e pode ser mesmo. E o julgamento que fazem é: uma pessoa tão jovem querendo se matar por causa de outra? Existem tantas outras pessoas boas ai, ele(a) não te merece. Você não pode atribuir ao outro a própria felicidade. Isto é certo, mas a ruptura de uma relação não consiste em apenas uma separação entre amantes, as vezes vai além, constitui construção de sonhos, parte que faltava para a pessoa se considerar feliz, isso não é atribuir a felicidade ao outro, mas perder parte de seus próprios sonhos, talvez aquele relacionamento era o alicerce para outras etapas da vida. Há quem coloque mo trabalho como alicerce, e se o perder, vai perder o rumo também.
O julgamento social ( e não jurídico) geralmente vem justamente da superficialidade, ou seja, ver no outro aquilo que eu quero ver, independente do avesso, das reais circunstâncias.
É o mesmo dizer que um bordado em ponto cruz é lindo, sem ver o avesso, o encanto do ponto cruz não é o emaranhado de pontos em forma de “x” formando desenhos, mas o avesso perfeito, sem remendos, sem nós, sem muito zigzag.
É assim o jogo do feliz, não tentar julgar se aborrecer, mas ver o avesso da situação.
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Reflexões
terça-feira, 1 de junho de 2010
Escolha inicialmente acertada
Lisa e Beto iniciaram um namoro, se conheceram ao acaso num fast food, como não haviam mesas disponíveis ele ofereceu que ela sentasse ali com ele que estava sozinho.
Ele puxou assunto conversaram sobre o tempo o que faziam, e então ele conseguiu convencê-la a trocar contatos. E assim começaram a conversar diariamente, várias vezes ao dia, e iniciar um namoro.
Devido às atividades dele, só conseguiam se encontrar final de semana, era tudo lindo, tudo que ela sempre desejara, alguém que lhe dava atenção, que ela se sentir importante para alguém, principalmente para ela mesmo, se preocupava mais com a beleza.
No entanto, ele numa noite de sábado a levou para uma festa na casa de amigos. Lá algumas mulheres dançavam e ele as olhava com olhos devoradores. Brincava com as mulheres de forma que Lisa não agradou, e isso ficou evidente quando foram embora.
Eles durante aquela semana conversaram sobre o assunto, e por mais que ela dizia que entendia, sabia que ele não iria mudar. Ele jamais abriria mão de sua popularidade por ninguém. Nem mesmo por ela, o amor dele por ela poderia ser apenas sexual ou quem sabe constar não estar só, ou por pena, pois ela não tinha aqueles corpos exuberantes das dançarinas de sábado, amigas dele.
No domingo da semana seguinte havia um churrasco, no qual os dois iriam juntos, porém por problemas particulares, Lisa disse que chegaria depois. Então Beto foi a frente. Quando ela entrava no ambiente em que acontecia o churrasco, ouviu um amigo de Beto perguntá-lo sobre ela de forma debochada, utilizando adjetivos que a desqualificava em termos de beleza.
Ela hesitou, respirou por uns momentos, e como era muito inteligente, percebeu naquele momento que não era ambiente para ela. Como ninguém ainda havia lhe visto foi embora. E no caminho deixou um recado que não poderia ir mais.
Durante o resto do dia, não teve um telefonema, uma mensagem preocupada com ela, se havia acontecido algo. Apenas tarde já da noite ele apareceu, não quis saber o que aconteceu, apenas dizia que estava passando mal, contando o quanto bebera.
Eles se despediram. Alguns dias sem se falar, ela o deixa um e-mail de saudades, e falando sobre os sonhos que sonharam juntos, sobre os sentimentos mútuos. Ele então a ligou. Conversaram e ele insistia perguntando se ela não ia perguntar como ele estava, mas ele se esquecera de perguntar sobre ela também.
A partir eles não se falavam mais. Ele seguiu a vida dele, e ela a dela, triste, relembrando das poesias feitas, dos sonhos construídos.
Ele por sua vez não mudou sua rotina, amigos, baladas, trabalho. Só que os amigos, foram casando, e mudando suas rotinas, os encontros não aconteciam mais, os contatos eram profissionais, ou por e-mail.
Ele se lembrou daquele amor que ele abriu mão, por não querer mudar, todos os outros mudaram e continuaram felizes, de outra forma, mas felizes, e ele ali só. Decidiu ir atrás de Lisa, talvez não fosse tarde demais.
Quando chegou em frente a sua casa percebeu que ela não morava mais ali, criara asas e voou, talvez tivesse por ali por perto, ou não. Talvez estivesse feliz, ou não. Mas o fato que o deixou livre para fazer a escolha dele, e embora inicialmente tenha parecido a melhor, no final fora a solidão.
Ele puxou assunto conversaram sobre o tempo o que faziam, e então ele conseguiu convencê-la a trocar contatos. E assim começaram a conversar diariamente, várias vezes ao dia, e iniciar um namoro.
Devido às atividades dele, só conseguiam se encontrar final de semana, era tudo lindo, tudo que ela sempre desejara, alguém que lhe dava atenção, que ela se sentir importante para alguém, principalmente para ela mesmo, se preocupava mais com a beleza.
No entanto, ele numa noite de sábado a levou para uma festa na casa de amigos. Lá algumas mulheres dançavam e ele as olhava com olhos devoradores. Brincava com as mulheres de forma que Lisa não agradou, e isso ficou evidente quando foram embora.
Eles durante aquela semana conversaram sobre o assunto, e por mais que ela dizia que entendia, sabia que ele não iria mudar. Ele jamais abriria mão de sua popularidade por ninguém. Nem mesmo por ela, o amor dele por ela poderia ser apenas sexual ou quem sabe constar não estar só, ou por pena, pois ela não tinha aqueles corpos exuberantes das dançarinas de sábado, amigas dele.
No domingo da semana seguinte havia um churrasco, no qual os dois iriam juntos, porém por problemas particulares, Lisa disse que chegaria depois. Então Beto foi a frente. Quando ela entrava no ambiente em que acontecia o churrasco, ouviu um amigo de Beto perguntá-lo sobre ela de forma debochada, utilizando adjetivos que a desqualificava em termos de beleza.
Ela hesitou, respirou por uns momentos, e como era muito inteligente, percebeu naquele momento que não era ambiente para ela. Como ninguém ainda havia lhe visto foi embora. E no caminho deixou um recado que não poderia ir mais.
Durante o resto do dia, não teve um telefonema, uma mensagem preocupada com ela, se havia acontecido algo. Apenas tarde já da noite ele apareceu, não quis saber o que aconteceu, apenas dizia que estava passando mal, contando o quanto bebera.
Eles se despediram. Alguns dias sem se falar, ela o deixa um e-mail de saudades, e falando sobre os sonhos que sonharam juntos, sobre os sentimentos mútuos. Ele então a ligou. Conversaram e ele insistia perguntando se ela não ia perguntar como ele estava, mas ele se esquecera de perguntar sobre ela também.
A partir eles não se falavam mais. Ele seguiu a vida dele, e ela a dela, triste, relembrando das poesias feitas, dos sonhos construídos.
Ele por sua vez não mudou sua rotina, amigos, baladas, trabalho. Só que os amigos, foram casando, e mudando suas rotinas, os encontros não aconteciam mais, os contatos eram profissionais, ou por e-mail.
Ele se lembrou daquele amor que ele abriu mão, por não querer mudar, todos os outros mudaram e continuaram felizes, de outra forma, mas felizes, e ele ali só. Decidiu ir atrás de Lisa, talvez não fosse tarde demais.
Quando chegou em frente a sua casa percebeu que ela não morava mais ali, criara asas e voou, talvez tivesse por ali por perto, ou não. Talvez estivesse feliz, ou não. Mas o fato que o deixou livre para fazer a escolha dele, e embora inicialmente tenha parecido a melhor, no final fora a solidão.
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