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quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Trabalho que faço


quarta-feira, 11 de agosto de 2010

UNIVERSO VIRTUAL




A busca por informações, troca de conhecimento ou aquisição dos mesmos, material para pesquisas, divulgação, compra/venda, entretenimento. Este é o mundo virtual! Envolvente, benéfico, facilitador, mas que pode esconder histórias e fatos cabulosos.


Para alguns é considerado um mundo paralelo à “vida real”, porém se vivemos, e utilizamos a virtualidade, ela também é real! Se usamos máscaras, escondemo-nos atrás de apelidos e perfis, isto não é brincadeira, é um engodo a nós mesmo.


Nesse clima de tentar algo que transcende a nossa realidade surge o Universo Virtual, um livro que reúne cinco contos, tendo como cenário esse “mundo” cor de rosa para uns, porém que em seus becos escuros esconde tramas ligadas a prostituição, bullying, psicopatia, vícios, paixões e sexo.


Um livro que se dispõe a uma nova proposta: de se enraizar através dos virtuais, propondo uma reflexão sobre vínculos, relações e virtualidade.


O livro é uma publicação a Agbook.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Moda x Relacionamento


Particularmente não gosto de novelas, mas toda novela que inicia que traz em sua trama o contexto de moda eu fico atenta. Não por futilidade, mas por sempre levantar a discussão de transtorno da alimentação, principalmente bulimia e anorexia.

Com Ti Ti Ti não seria diferente, apesar de não estar acompanhando, fico dando uma olhada no que acontece. É simples, a internet favorece muito. Vários sites reproduzem capítulos antigos, assim fica fácil saber o que acontece ou sobre algum comentário que alguém faça.

Hoje enquanto estava na fila dos correios ouço duas pessoas conversarem sobre a novela. Coisa feia! Ouvindo a conversa alheia, não se trata de algo proposital, mas imposto a qualquer pessoa que estivesse naquele pequeno espaço onde se formava a fila, pois as duas conversavam em um tom de voz mais pra alto.

A conversa discorria sobre a novela não trazer nenhuma novidade. Cá pensei comigo, sendo uma adaptação de novela já passada, nada seria de muita novidade. Orem se referiam ao universo da moda. As mulheres reclamavam que não tinha nada que pudessem usar no dia-a-dia, o que as atrizes usavam de mais simples era algo “meio caipira”.

Logicamente que cheguei em casa e fui conferir. Realmente os modelos elaborados pelos estilistas não são de uso diário, porém outros modelos utilizados pelas “não modelos” da novela dá para ser usados, piorem tem que saber escolher, pois há estilos, os mais variados: Lolita, casual, social, dentre outros.

Porém o que me chamou atenção na trama não foi a moda, até porque essa não é a proposta inicial do entretenimento que aqui me refiro, mas sim as relações. Isto mesmo, a problemática trabalhada é justamente as relações interpessoais: entre amigos, rivais, namorados,familiares, homem e mulher.

Existem uma infinidade de situações para se trabalhar relacionamento, e com isso outras questões que envolvem o relacionamento como homossexualismo, separação, perda, jogo de poder e interesse, humildade, inveja, avareza, dentre outros.

É um bom momento para as pessoas refletirem apesar da banalidade e superficialidade com que as relações são apresentadas, porém não impedem que façamos nossa própria reflexão.

domingo, 8 de agosto de 2010

Eu me perdi

Talvez tenha acreditado que a vida fosse um jogo,
E não um caminho que podia ser ou não tortuoso.
Andei por tabuleiros estranhos, esbarrei em peças.
Vi-me presa em cartas estáticas.

Um mundo de fantasia se abriu a minha frente.
Podia ser a colombina em busca do pierrô,
Ou um monstro assustador, que assombrava a noite.
Podia voar ou nadar, sem mesmo usar asas e pés.

Acreditei no mundo cor de rosa, mas se fez de cinza
Acreditei na igualdade, quando a hierarquia prevalecia.
Criei expectativas, mas na verdade eram ilusões
Confundi o conceito de amor com o da solidão.

Não se trata de loucura, tão pouco de devaneio.
Um mundo obscuro, mas tão próximo de todos
Embriagante como aguardente, e fácil se vicia
O resultado pode ser desastroso, difícil a cura.

Conseqüências? Consegui muitas, algumas perigosas
Olho o jardim a minha frente, que apesar de lindo é confuso.
Não sei se arranco flores, ou as replanto, quem sabe podo tudo
Mas já não sei se há tempo, quiçá o que é certo ou errado.

sábado, 7 de agosto de 2010

OI!

Não estou sumida, simplesmente entrei em tratamento para desintoxicação cibernética. Isso mesmo que você leu, fui mais uma réu no que se refere a vicio na ou de Internet, algo que tem sido bastante freqüente.

Vários especialistas tem se especializado ou aperfeiçoado para lidar com essa nova demanda, que vai desde o vicio em jogos virtuais (ou videogame) até vicio em transações financeiras, ou culminando em substituição da vida por uma vida virtual.

As causa são variadas, mas as conseqüências sempre desastrosas: isolamento social, prejuízos financeiros, perda de produtividade, dependência, diminuição do período do sono, déficit na alimentação, problemas ergonômicos, problemas ortopédicos (tendinites, L.E.R.), déficit de atenção, irritabilidade, ansiedade, dentre muitas outras causas.

Não cheguei a casos extremos, porém no pequeno sinal de dependência e inicio das conseqüências dei uma boa freada. Uma semana! Logicamente não deixei de entrar 100% na Internet. Porém restringi bastante meu tempo em frente ao computador, de mais de 12 horas consegui reduzir já pela metade. As seis horas gastas (nem sempre é isso tudo) ficam para leituras, pós graduação, e-mails (principalmente profissionais), as vezes quando não tem mais nada para fazer dou uma entrada em sites que possa conversar com amigos. Mas nada que ultrapasse uma hora.

Limite e disciplina! Estas são as palavras chaves para quem quer se tratar, ou se preferirem uma linguagem mais amena, se desvirtualizar. Particularmente eu já vinha treinando isso em mim, mas sem sucesso. Com apoio de um psicólogo, e direcionamento de atenção para outras atividades foi fundamental.

Puxa como é bom estar voltando a realidade! Parece engraçado, mas esse sentimento de recomeço é muito bom, dá nova energia. Eu já consegui voltar a ter um pouco mais de vaidade. Sim! Pois quando se vive muito no virtual acaba-se perdendo muito tempo conectado que se esquece de se cuidar. Logicamente que não são todas as pessoas, aquelas que ficam se exibindo em cam, cultuam o corpo não deixam de se cuidarem e mantêm o padrão de auto-cuidado.

Como havia dito antes estou em nova dieta. Corte aos excessos! Cortei excesso de consumismo, de roupa, sapatos, papéis. Agora foi a vez das horas de Internet. Tomara que amanhã eu consiga começar o corte do excesso é de peso!

Bom o que fiz esse tempo? Li, voltei às revistas e livros de papel. Bordei! Já tinha me esquecido de como eu bordava bem. Finalizei trabalhos: havia dois livros em andamento e consegui finalizá-los, acredito que logo um dos dois já estará a venda.

Bem, indico a todos fazerem uma auto avaliação, e começar a cortar os excessos, garanto que irão se sentir mais leves. Enquanto não começam indico um site muito bom sobre vicio na internet: http://www.dependenciadeinternet.com.br/

domingo, 1 de agosto de 2010

Domingo de missa


Não se assustem, não mudei de opinião, porém respeito religiões e crenças das pessoas. Então iniciei meu domingo e o mês de agosto indo a missa.

Também não se trata de busca de milagre, e respostas. Apenas mera formalidade social – missa de sétimo dia de uma vizinha.

Surpreendi-me com o que vi, a igreja está já na era tecnológica – que maravilha! Todos os textos e canções foram apresentados em um telão improvisado na parede por meio de data show.

Aos olhos de muitos isso apenas representa estar se inserindo na era digital, para outros economia com papéis, impressão e fotocopias. No entanto, o que eu mais comemoro nessa iniciativa diz respeito é claro a diminuição da produção de resíduos. Sim! Muitos papéis eram amassados, outros levavam para a casa, isso quando não iam parar em qualquer “boca de lobo” nas ruas.
Não conheci nenhuma igreja que guardava os papéis ou os reciclava. Assim podendo gerar mais renda para construções e benfeitorias.
Outra surpresa que tive foi com a voz de uma das pessoas do coral, um canto quase lírico. A missa em si muito bem celebrada a um estilo quase romano. Poucos eram os traços da renovação carismática, que ficou por conta de apenas duas canções, nas quais ouve dança e palmas. O restante lembrava bastante o canto lírico ou gregoriano.

Não posso me esquecer de falar da sonoridade das palavras proferidas pelo padre, num compasso parecido com o do latim, o que muitos falam que é a “fala cantada”.

Mas nem tudo são flores. Logicamente meu lado observador tinha que aparecer para dar um olá. A liturgia falava sobre o se doar, quer seja por meio do perdão ou da solidariedade. A ganância de muitos, impedindo de ver o outro, as necessidades alheias. Houve uma parte em que foi dito que a falta de perdão, mesmo em casos de lei sendo aplicada, deixa o mundo menos irmão.

Para muitos isso fica parecendo que não se deve punir, quem errou não deve ser penalizado, pagar pelo que fez, deve ser perdoado e se arrepender. Imagine bandido da luz vermelha arrependido pelas ruas? Maníaco do Parque? Melhor parar de tentar enumerar alguns.

A mensagem foi dada, devemos desejar somente o necessário para nossa sobrevivência, há quem precise de um Honda civic para sobreviver. É complicado e distante o limiar entre sobrevivência e necessidade. É nessa questão que devemos trabalhar, e não dizer quem muito quer, é ganancioso.