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terça-feira, 26 de agosto de 2008

Meu coração está aos pulos

Meu coração está aos pulos, não de indignação, mas da mais pura alegria. Sim estou feliz, e não é só por hoje.

Outro dia lendo as frases deixadas por amigos meus e contatos do MSN, li uma ( de um psicólogo) que perguntava: você já conquistou seu ouro hoje?

Lembrei-me imediatamente da frase que diz: “ O sonho é uma conquista do dia-a-dia, e não uma ilusão de quem sabe sonhar”.

Coincidentemente, estava lendo o livro O Vendedor de Sonhos, de Augusto Cury, no qual o vendedor de sonhos diz que sonhar sem propósito, é sonhar em vão, é ter vitória sem mérito. Que os sonhos devem ter propósitos, serem metas de vida. Senão de nada adianta sonhar, seria apenas ilusão.

E ao longo de minha trajetória sonhei muito, alguns sonhos realizados, justamente aqueles que tinham propósitos. Hoje se tornaram realidade. Eis que publico meu primeiro livro, e com ele grandes realizações de projetos novos.

Os meus novos projetos não incluem casa nova, carro do ano, nova faculdade. Mas conhecer-me mais a mim mesmo, fazer novos amigos, ampliar a sede de conhecimento das pessoas. Para isso vou formando pequenos sonhos. Mesmo que o caminho pareça difícil, tortuoso eu me amparo nos anjos que guardam meu sonho... são esses sonhos que dão força na vida para continuar a lutar, a sonhar, e então a viver, pois viver sem sonhos não é viver é se iludir que está vivendo.

Claro que muitos me perguntam quem são esses anjos:

Um se chama Célio: amigo, médico, filósofo, mestre, aluno, é tudo, é um anjo. É ele que me incentiva a escrever, me possibilitou me encontrar na filosofia, e me mostrou o que é sonhar com propósito.

O outro se chama Augusto: por conseguir traduzir ta bem em palavras a real filosofia, o real sentido da vida, e com isso me alertar com sinais tão importantes para meu auto conhecimento e não minha auto-ajuda. A esse filósofo minhas reverências.

Outro se chama Rubem: sim ele mesmo o Fonseca, o escritor. Aquele que me apresentou as asas para voar, que serviu de inspiração e referência.

Não programei ser escritora, também não foi um acidente de percurso, apenas fui incentivada pelos anjos e a eles hoje meu coração está aos pulos. O livro pode não empolgar a muitos, pode ser um fracasso, mas eu sei que é atual, tenho propriedade para falar sobre o tema, eu vivi o que escrevo o que afirmo.

Talvez o livro seja uma bobagem para muitos, a grande maioria dos profissionais de saúde, mas para outros tantos pode ser o início de muitas coisas, como pra mim.

O início das minhas publicações, o início de uma nova fase na vida, o início do desfrute de um sonho e quem sabe o início de amizade com os demais anjos que citei.

Meu coração está aos pulos, estou feliz, não pelo fato de lançar um livro, mas por descobrir o meu caminho, a razão de estar aqui, quem sou e pra onde vou. Como diz Aline Barros a Rick Vallen numa homenagem a ela: agora posso dar frutos e ser frutífera, canalizar o dom que tenho e assim ajudar o futuro da humanidade, pelo menos fazer a minha parte.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Livro



Há seis anos eu escrevi um livro, na verdade uma monografia, que atualmente virou livro. Quando elaborei a monografia há seis anos, eu só tinha três certezas: não queria um tema específico para enfermagem, queria ago ligado à saúde mental e que como sempre seria um tema inovador.

Está certo o tema não é tão assim inovador, mas é um tema pouco trabalhado e muito pouco praticado. Ao ter a idéia de lançá-lo como livro eu cogitei duas coisas: arriscar mantê-lo como estava ou fazer um novo estudo verificando se o que eu dizia – que não havia integralidade na assistência à saúde mental no país, em especial em Juiz de Fora - se confirmava ainda ou não.

Só que as pessoas são envolvidas por novos projetos e ficar ali estudando o que já havia sido estudado era dar murro em ponta de faca, poderia sim , partir das críticas atualizar, fazer uma nova edição e quem sabe um novo livro para mostrar a evolução.

Que evolução? Seis anos se passaram e a situação continua a mesma. Ouso dizer que até pior, pois há seis anos atrás estávamos há apenas um ano da aprovação de uma Lei sobre doença mental no país – Lei nº 10.216/2001 – Agora, sete anos depois, continuamos no mesmo lugar: com discursos enfadonhos, cheios de fantasias e sonhos sem propósito. O que dizem não corresponde ao que na prática realmente é.

Parece que falar em saúde mental, principalmente aqui na cidade de Juiz de Fora, é mexer no tendão de Aquiles de alguns, ou em tema banalizado, esquecido mesmo. Pra que falar, pra que mexer nesse vespeiro? É um bando de incapazes que pode gerar muito capital? Ou seria perder tempo com algo que não obterá resultados?

Fico pensando se Renato Russo, cantor, compositor, que arrastou multidões, fosse encarado como psicótico ( o que ele realmente era e deixava claro em entrevistas) e não como artista como estaríamos hoje em termos de música para a juventude? Está certo ele morreu, mas teve como se sustentar, e suas letras continuam relevantes.

Parece que a estagnação, a inércia, não acontece somente no campo de saúde mental, é geral. Ficamos com discursos que o mundo pode mudar, que vamos mudar o mundo. Mas o que fazemos para essa situação caótica toda mudar? Eu mesmo respondo: NADA!

Por curiosidade entrei em alguns fóruns de discussão sobre eleição e outros sobre saúde. Os da saúde só é atualizado com pessoas pedindo emprego e os das eleições como dizem atualmente: bombando.

Por que será? Bom a meu ver é muito simples: máquina de fazer dinheiro sempre é mais negócio investir, nem que seja pensamentos infundados, achismos inesgotáveis. E mais, o povo adoecer é mais vantagem, ganha o comprador de votos pagando exames e ganha laboratórios. Então pra que se discutir saúde?

Agora sim entendo porque as pessoas se tornam tão passivas diante de uma discussão que não acontece e está resguardada por lei: FALTA INTEGRALIDADE NA MENTE DE MUITA GENTE POR AI!

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Resposta ao pedido de ênfase nas discussões sobre Reforma Psiquiátrica

OLha realmente sinto que precisamos ( a sociedade toda e não só os envolvidos na causa propriamente dita) fortalecer as discussões em torno na reforma psiquiátrica.

Falo por experiência duplamente própria: enquanto profissional e paciente.

Vejo pessoas se afastando de mim ( e com certeza não sou eu delas) por causa de um transtorno bipolar, e por outro lado vejo a dificuldade de trabalhar na área, estou lançando um livro agora sobre o assunto e vejo um TOTAL desinteresse por parte dos profissionais de saúde, inclusive pessoas que trabalham em CAPS, sobre o assunto. não digo nem comprar o livro, mas discutir a respeito, ter motivação para desenvolver eventos que possam difundir mais esse tema.

Fico chocada com colegas meus enfermeiros, travados na guerra de fazer parto e prescrever, enquanto a saúde mental vai ficando quase que no esquecimento. É desanimador.


Essa situação a meu ver só reforça a velha questão colocada por vários filósofos de que muitas pessoas estão escravas de um sistema ( regrado social), reproduzindo velhos costumes, ou costumes de modismo.

Ainda me questiono até quando? Até quando pacientes ainda vão preferir os hospitais, pois aqui fora é lacerante o nosso dia-a-dia para nossa mente e sobrevivência. Eu digo que os maus tratos em hospitais, descasos, falta de condições é ínfema perto do preconceito, exclusão e outros que sofremos aqui fora.

Agora resta saber até quando precisamos ficar levantando motivação para discutir a verdadeira reforma psiquiátrica, que não consiste apenas na mudança de tratamento em si, mas na concepção da sociedade para com a doença mental.


P.s. Essa resposta foi dada em um fórum de discussão no qual uma pessoa pedia para melhorar as discussões sobre reforma psiquiátrica em 2008.

domingo, 17 de agosto de 2008

Minha imaginação está pintada! Mas está de luto.



Hoje eu pinto minha imaginação... Ela está em pleno vapor pintando a minha mente. Não é alucinação, mas posso ouvir ainda aquele velhinho deitado em sua rede, pés descalços, chapéu na cabeça cantarolando ao som das cordas do seu violão: eu vou para marancagalha eu vou...

Minha imaginação ainda me permite pintar eu ali na minha pequena varanda, sentada no degrau, tentando fugir do sol, mas ouvindo: eu vou pra marancangalha eu vou...

Posso ainda sentir o cheiro da broa saindo do forno, ouvir o som dos passos leves e calmos pela casa o olhar brilhante pra um quadro, a o voz suave falando: eu gosto de me deitar na rede e esperar o trem passar ali cantarolando minhas humildes canções.

Humildes são nossas imaginações comendo costelinha de porco, mas sentindo o gosto de peixe devido as belas palavras sobre a Bahia e seus pescadores que Caymmi nos contava.

É com grande prazer que posso dizer que conheci essa figura, esse ícone que muitas pessoas não conhecerão pessoalmente, mas em alma e coração. Quem diria q no interior de Minas se refugiaria do tumulto das grandes cidades Dorival Caymmi.

Que honra poder tomar o café da manhã vendo seu jardim, o café da tarde ouvindo-o cantarolar, sentir o abraço de avô a espera dos netos a cada visita mensal domiciliar.

Hoje já não estou na cidadezinha do Interior, Dorival não está mais conosco também, então resta-nos seguir seu exemplo: compor a própria vida, dançando no palco do nosso autoconhecimento, pintando a nossa imaginação.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Pensando...

"A Integralidade no e do Ser é capaz de levá-lo aos limites da sua iamginação, sonhos e realizações".

Saúde: uma partida de futebol!




O livro Integralidade e Saúde Mental, vem fazendo um histórico da Reforma Psiquiátrica no Brasil, a partir das reformas políticas organizacionais da saúde como um todo no país

Não se trata de uma crítica à reforma Psiquiátrica, mas uma análise de como ela se processa/desenvolver na sociedade que vivemos: as mudanças na saúde mental se enquadram na proposta do SUS, atual assistência pública de saúde, porém não se tornam efetivas o suficiente no contexto da complexidade que envolve os indivíduos acometidos por transtorno mental, principalmente os mais graves, tão pouco os profissionais de saúde, que passaram a participar, também, desse “cuidar”., desta assistência ao doente mental.

Somente a partir da compreensão de INTEGRALIDADE e implementação desta no dia-a-dia dos serviços de saúde, que poderemos vislumbrar resultados mais satisfatórios para a saúde mental.

E quando digo INTEGRALIDADE não me refiro apenas a questão de assistir ao indivíduo acometido por transtorno metal de forma holística, mas ,também, e principalmente a integralidade dos profissionais de saúde com os serviços e sociedade, e a integralidade entre os níveis de atenção à saúde.

É justamente, neste elo entre profissionais e serviços de saúde com a sociedade que se insere a possibilidade de desbancarmos o velho estigma da exclusão social do doente mental. Porém se nem mesmo os profissionais de saúde, não generalizando, conseguem de desprender dessas amarras, como conseguir propagar a mensagem da não exclusão à sociedade?

Se eu tiver que comparar a integralidade com alguma coisa mais prática para melhor ser compreendida por todos, certamente essa analogia será com um time de futebol, em uma partida deste esporte.

A atenção primária, aquela que promove a saúde, que cria estratégias de combate às doenças, que oferece a vitória á torcida seria o ataque. Os atacantes têm condições de reconhecer melhor o outro time, rodar todo o campo, reconhecer quando está indo bem ou mal com o grito da torcida, , perceber a falha do adversário e ali criar uma jogada.

Já a atenção secundária seria os zagueiros, que estão ali na defesa para que o gol do adversário não aconteça – no caso a doença. Isto interagindo com os atacantes que circulam ali na área, trazendo jogadas ( informações).
Porém as vezes a bola ultrapassa a barreira de zagueiros, então é hora do goleiro agir – a nossa atenção terciária, que já deve estar com toda a visão do jogo, observando o que os demais do time estão fazendo, a circulação deles, e visando segurar a bola, para que o ataque consiga levá-la para o outro campo.

Como na partida de futebol, o goleiro nunca fica isolado, tem junto de si os laterais ( serviços auxiliares educação, transporte, segurança), os zagueiros, os atacantes, o nível terciário também não deve ficar isolado, é a partir das informações da atenção primária, das jogadas dos atacantes, que ele ficará sabendo como será a melhor reinserção social de determinado doente mental.

Já repararam que em algumas partidas de futebol o goleiro fica aos berros orientando o time? Pois é, pedindo reforço, socorro para que seu trabalho seja facilitado, ele de onde está consegue ver as lacunas de seu time, e sente na pele o sufoco quando a bola se aproxima ( superlotação de Hospitais).

É assim que deve ser: os níveis de atenção à saúde jogando num mesmo time, um ouvindo o outro, auxiliando o outro, ou seja, INTEGRADOS, assim poderão dar uma resposta positiva à população, à sociedade, ou melhor à torcida.

Mas só conseguimos essa integralidade, se treinarmos, estudarmos estratégias, reconhecermos o campo em que vamos jogar, saber sobre o local que fica o campo e que será realizado o jogo, a temperatura, clima, recursos gerais, etc.

E isso não depende só do técnico ( governo) e dos jogadores, mas te todos os outros apoiadores. E na saúde Ester são toda a equipe da saúde, demais profissionais da sociedade, sem exceção, o governo. Mas principalmente o SER HUMANO em toda sua complexidade e integrado ao seu meio social.

domingo, 10 de agosto de 2008

Existe inteligência em programas de relacionamento



Eu navego e observo muito o que ocorrer em programas de relacionamentos. Na sua grande maioria há três comportamento das salas que as pessoas freqüentam:

- sala de música: nestas salas as pessoas tentam surpreender umas as outras com as músicas que colocam , tentando serem melhores que as outras;
- sala adulta: na qual o principal objetivo é colocar músicas que provoquem a libido, ou escrever coisas na tela sobre sexo ou assuntos que usem palavras de baixo calão.
- sala de jogos: salas quem que realizam jogos entre equipes. Geralmente estes jogos abrangem temas da mídia ( música, filmes, etc.), mas que não cobram dos participantes muita reflexão.
Acabam por testar conhecimento superficial dos participantes e/ou quem é mais rápido em sites de busca.

Porém surpreendentemente, estes dias tive o prazer de conhecer uma programação diferente dessas supra citadas. Embora aconteça numa sala na qual ocorra jogos como os anteriormente descritos.

A curiosidade da atividade fica no fato de não ser uma disputa, mas uma troca de conhecimentos. Melhor dizendo, um diálogo no melhor estilo socrático. Uma pessoa coloca uma provocação ( a qual eles chamam de pergunta) e inicialmente uma pessoa de cada sexo responde a proposição conforme o que acha.

Não há respostas certas, há colocações conforme a percepção de cada um. Após os dois primeiros colocarem suas opiniões sobre o assunto os demais podem também comentar a respeito do que foi proposto..

Outro aspecto interessante, que as pessoas fogem do achismos e começam a refletir a partir do que anteriormente é falado. Dessa forma, não fica apenas perguntas e respostas, mas uma verdadeira ágora.

Foi motivador participar dessa atividade, por contribuir , e exercer o que acredito ser fundamental para qualquer aprendizado, a metodologia socrática: dialógica.

As provocações apresentadas não deixam margem de polêmicas, favorecendo exatamente a proposta socrática. Não fica um mero debate, no qual se escolhe um tema, e confronta-se várias opiniões, cada qual querendo impor a sua,transformando o ambiente em um ringue de egos, mas há a construção de um objetivo único: a troca, o diálogo.

O nome dado ao programa também muito coerente: DESIGUAIS, isso já coloca os participantes que o importante não é mostrar quem é o melhor, mas que há diferenças de opiniões, e que essas podem e devem ser respeitadas.

A equipe organizadora está de parabéns, que continuem com este intuito e atividade. Para os interessados podem comparecer ao programa CAMFROG, na sala FROGMANIA. O programa realiza-se as sextas-feiras de quinze em quinze dias, a partir das 21horas. Vale a pena conferir e participar.

sábado, 9 de agosto de 2008

Os caminhos da saúde mental

O quanto Amar



Certa vez me perguntaram o quanto eu seria capaz de amar alguém!
Eu disse que não saberia dizer. Hoje eu sei. Sei o quanto posso amar alguém.
Amo o tanto o quanto para ficar sem ar: quer seja na presença, ou na ausência.
Quanto estou junto de ti, fico sem ar por te ver sorrir, por te querer tanto. Fico sem ar de felicidade de te ter junto a mim.
Quando ausente, fico sem ar, por saudade, por preocupação: será que já se esqueceu de mim?
Na ausência fico a pensar que você pode está me preparando alguma surpresa.
A verdade é que com você eu flutuo, sou capaz de sonhar e realizar todos os seus sonhos.
Sou capaz de ir tão longe um foguete pode ir somente pra te encontrar, e me envolver em teus braços.
Por você eu digo sou capaz de amar muito e mais ainda!

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Este texto recebi por e-mail e achei interessante postar aqui.

As 11 regras a seguir são atribuídas a Bill Gates.
Segundo uma das fontes que achei: Bill Gates foi convidado por uma escola secundária para uma palestra. Chegou de helicóptero, tirou o papel do bolso onde havia escrito onze itens.
Leu tudo em menos de 5 minutos, foi aplaudido por mais de 10 minutos sem parar, agradeceu e foi embora em seu helicóptero.
Sendo boataria de internet ou não (só 5 minutos? uia), achei interessante postar aqui as famosas regras.
1. A vida não é fácil — acostume-se com isso.
2. O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele ANTES de sentir-se bem com você mesmo.
3. Você não ganhará R$20.000 por mês assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.
4. Se você acha seu professor rude, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.
5. Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso: eles chamam de oportunidade.
6. Se você fracassar, não é culpa de seus pais. Então não lamente seus erros, aprenda com eles.
7. Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são “ridículos”. Então antes de salvar o planeta para a próxima geração querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto — adorei essa!
8. Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na bola, está despedido… RUA!!! Faça certo da primeira vez!
9. A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.
10. Televisão NÃO é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.
11. Seja legal com os CDFs (aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas). Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar PARA um deles.
Falou o Tio Bill.

sábado, 2 de agosto de 2008

Dane-se



Hoje me senti um Mainardi! Aliás, desde quando comecei a escrever me sinto um Mainardi. Só que Le denuncia políticos e eu internautas.

Agora virou moda de me acusarem em fazer sites pornográficos ( blogs pra ser precisa), de falaciosa, de participar de esquemas ilícitos, de sensacionalista, de fofoqueira. Dizem até que utilizo programas ilegais para saber da privacidade das pessoas virtualmente.

O fato pra mim é: dane-se o que falam, eu gosto do Mainardi, eu penso, eu escuto, eu reflito, coisa que muitos não sabem fazer. Além do mais eu pago as minhas contas

Não sou bruxa, , vidente, adivinha, nada do gênero. Nem programa espião eu tenho. O que acontece é simples: algumas pessoas falam demais, falam coisas pra mim. Podem até me pedir pra prometer que não vou contar pra ninguém, mas se o assunto for amoral, corrupto, antiético, ilícito, denuncio mesmo e com força. Agora assuntos pessoais, eu esqueço na primeira esquina.

Definitivamente não sou conivente com práticas ilegais. Coloco a boca no mundo mesmo – Acredite em minhas palavras quem quiser.

Mas se alguém não acreditar em a princípio, não me tome o tempo depois falando: - bem que você falou.

Mas eu gosto de Mainardi!